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Páscoa todos os dias

Uma amiga minha, que é professora de pré-escola, ouviu por acaso uma conversa animada entre seus alunos. A pequena Maria lançou a pergunta: “Quem ama a Deus?” Todos eles responderam, “Eu amo! Eu amo! Eu amo!” Guilherme disse, “Eu amo Jesus.” Kelly protestou, “Mas Ele morreu.” Guilherme retrucou, “Sim, mas todos os anos Ele ressuscita dos mortos no Domingo de Páscoa!”. Obviamente, a compreensão do pequeno garoto sobre o significado da Páscoa ainda está se desenvolvendo. Nós sabemos que Jesus morreu uma única vez;

Os dois ladrões

A crucificação era uma tortura; tiras de couro e pregos eram usados para pendurar o condenado no madeiro.

Como um animal indefeso enroscado numa cerca de arame farpado, a vítima poderia sobreviver por dias sofrendo dores excruciantes. A morte normalmente ocorria por sufocação, pois a vítima, pendurada por suas mãos, ia perdendo a força para inspirar.

Três homens em três cruzes

Na primavera…

10 Razões para crer na vida após a morte

  1. As injustiças da vida

Seria difícil crer que a vida é boa se soubéssemos que não há nada além do túmulo que compense os problemas de desigualdade e injustiça. Enquanto algumas pessoas parecem ter nascido para serem felizes, outras nascem em meio às circunstâncias e relacionamentos terríveis. Se pudéssemos ter certeza de que não existe nada que possa compensar a desigualdade…

Dez razões para crer na fé cristã

  1. A credibilidade do Seu fundador

Cristo disse que Ele veio dos céus para morrer por nossos pecados e para levar ao Pai todos os que cressem nele. A lógica diz que Ele era ou mentiroso, ou lunático ou o Senhor do céu. Seus seguidores viram Seus milagres, ouviram Seus ensinamentos, examinaram Sua vida irrepreensível, testemunharam Sua terrível morte e o viram…

Páscoa e o perdão de Deus

A morte de Cristo teve alcance ilimitado e por Ele recebemos o perdão pelos pecados passados, presentes e futuros. O perdão de Deus é de uma vez por todas e completo.

Os dois ladrões

No ano 33 d.C. a crucificação de três homens mudou o curso da história. Seus executores martelaram lhes os pulsos e tornozelos. Cena comum naquela época, e ainda falamos sobre elas hoje. Um deles morreu sentindo-se culpado e com culpa sobre si. Outro morreu como pecador, mas sem a culpa sobre si. O terceiro morreu com a culpa sobre si,…