Em nosso último encontro, vimos Paulo em uma prisão em Filipos e refletimos sobre a importância do nascimento de Jesus, visto que isso se relacionava à convicção de Paulo durante esse tempo difícil em sua vida. No entanto, para esse apóstolo, aquele não era o final da história (embora já houvesse muito para estimar!). O restante tinha a ver com um espaço de tempo.

Antes de Jesus morrer, Ele prometeu voltar. Existem dois Natais se você quiser, e o segundo ainda está por vir. Jesus prometeu que, quando voltar, será como juiz do mundo. E para aqueles que creem nele, há uma promessa de vida eterna; porém não aqui neste mundo decaído, mas em um lugar onde as frustrações desta vida serão uma memória distante, um Céu perfeito sem pecado, sofrimento ou dor.

Agora eis a questão: ser um cristão não torna nossa vida melhor agora. Isso na verdade a torna mais difícil, de todas as formas possíveis (pergunte a Paulo!). Entretanto ser cristão muda radicalmente sua ideia de prazo; amplia essa ideia de “vida” para além dos nossos curtos 70–90 anos na Terra para até a eternidade.

Definitivamente, o que Jesus promete é um relacionamento com Ele que é satisfatório e sacia a alma, pois não é temporário. É o relacionamento com o Deus do Universo que começa agora e perdura para além da morte, o que significa que os cristãos são aqueles que serão saciados para sempre. Saber disso muda tudo. 

Essa tem sido minha experiência. Viver a vida como um cristão comprometido no mundo hoje não é um passeio no parque (duvido que tenha sido para qualquer cristão ao longo das eras). A luta contra o pecado me coloca de joelhos em oração.

Meu trabalho como pastor à frente de uma igreja filial é geralmente muito atarefado e, às vezes, estressante e desanimador. Alguns não cristãos da minha família continuam descrevendo meu trabalho como inútil. Parece haver desafios e desencorajamento em cada esquina. Às vezes imagino como a vida poderia ser mais estável e segura se eu tivesse seguido a carreira de advogado corporativo. De fato, não tenho dúvidas de que seria, humanamente falando! 

Mas esses momentos de oscilação são estabilizados diante da gloriosa verdade de que eu já estou perdoado e em direção a um futuro melhor, mais promissor e eterno com meu Salvador. Se a Bíblia é verdadeira (e o encorajo a testar sua veracidade), então as dificuldades de ser um cristão, que são ocasionais, são apenas um pontinho na linha do tempo eterna de Deus.

As palavras de Paulo são reconfortantes: “Considero que nosso sofrimento de agora não é nada comparado com a glória que ele nos revelará mais tarde” (Romanos 8:18). (Se é que podemos chamar de sofrimento!)

Portanto, que diferença fazia para Paulo de Tarso crer em Jesus? Bem, de certa forma, você poderia dizer: muita. E da melhor maneira possível. Quando Paulo escreve que conhecer Jesus é um ganho inestimável, ele fala sério. Perdão assegurado, relacionamento com Deus garantido e uma felicidade eterna pela qual ansiar. E tudo por causa da salvação por meio da confiança em Jesus.

Paul Wong

Perguntas para reflexão

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