Não é estranho o fato de alguém que faz tudo sempre pensando no melhor para o outro viver sentindo-se culpada? Pois é! É exatamente desse sentimento que vamos ouvir falar se dedicarmos um tempo de conversa sobre maternidade com mães de primeiras viagem ou aquelas que têm mais de um filho, mães calmas ou mães mais agitadas, mães novinhas e mães mais velhas, mães de crianças e até mesmo mães daqueles mais crescidinhos. Enfim, ser mãe é, certamente, lutar diariamente contra seu senso crítico e a culpa.

Mas temos uma boa notícia para você! Há um lugar onde se pode descansar de toda essa cobrança e ansiedade: o colo de seu Pai (1 Pedro 5:7). Ele certamente acalmará o furacão dentro de você, a conduzirá a pessoas que podem ajudá-la nessa jornada e, se você o buscar, Ele fará Sua Palavra viva em você nos dias difíceis.

Gostamos de um dos devocionais do livro Pão Diário Mães, que fala a respeito da ação da culpa e seus efeitos em nossa vida. Jesus morreu para que pudéssemos ter vida abundante (João 10:16), e isso diz respeito também a aprendermos a lançar sobre Ele nossas ansiedades e falhas, buscando Seu auxílio para sermos a melhor versão de nós mesmas.

 

Leia este devocional conosco (lembre de clicar nas referências Bíblicas para que elas fiquem gravadas em seu coração):

 

Por que você está aqui?

As pessoas que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a natureza humana […] com todas as paixões e desejos dessa natureza. Gálatas 5:24

“Tudo bem, cuido disso”, finalizei bruscamente. Fiz o que não queria ter feito e frustrei-me. Pouco antes, eu tinha dito a uma amiga que Deus estava me ensinando a confiar em meu marido, ao invés de reagir. Será que conseguiria aprender?

Enquanto estivermos vivas, dois desejos lutarão em nosso interior (Gálatas 5:17). Em Sua morte na cruz, Jesus destruiu o poder do pecado sobre nós. Mas a nossa luta com o pecado não se encerra ao recebermos a salvação (Romanos 7:18). Cristo nos deixou claro que a obediência e a renúncia são decisões diárias (Lucas 9:23).

O inimigo quer nos convencer de que não estamos indo a lugar algum, que nunca seremos livres, que nada mudou, e que o poder de Deus não é real. Enraivecidas por fazer o que não devemos, questionamos se essas mentiras são verdadeiras.

Não vencemos nossa natureza pecaminosa com esforço próprio — a salvação vem pela graça (Efésios 2:8). Ao escolher essa graça, minha vida não mais me pertence “…já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus…” (Gálatas 2:20). Posso vencer a tentação ao entregar minha vida a Cristo, e Ele viver em mim (Romanos 6:6-8).

Não podemos andar onde não escolhemos ir. A pessoa espiritualmente morta rejeitou a liberdade e a vida que se encontram em Jesus. —RF (página 84, livro devocional Pão Diário Mães.).

 

 

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