O rei Herodes, vestindo seus trajes reais, fez um discurso para uma audiência que desejava obter seu favor. Ele deleitou-se com a resposta lisonjeira do povo. “…É voz de um deus, e não de homem…”, gritavam (Atos 12:22). Temor e respeito ao único Deus verdadeiro deveria tê-lo feito protestar, mas ele não o fez. Ao fracassar em não glorificar a Deus, foi imediatamente ferido por um anjo do Senhor e sofreu morte torturante.

Paulo e Barnabé, por sua vez, demonstraram tamanha reverência a Deus que quase entraram em pânico com o pensamento de serem adorados (Atos 14:14,15). Depois de verem como o apóstolo Paulo curou milagrosamente um homem que havia sido paralítico desde o nascimento, os espectadores gritaram: “…Os deuses, em forma de homens, baixaram até nós”. Então fizeram os devidos preparativos para oferecer sacrifícios a Paulo e Barnabé (vv.11-13). Quando os apóstolos ouviram isso, rasgaram “…as suas vestes, saltaram para o meio da multidão, clamando: Senhores, por que fazeis isto?” (vv.14,15).

Nesses relatos bíblicos tão contrastantes, vemos um chamado solene de venerar a Deus em nosso mundo tão irreverente. Deus é o único digno de glória, louvor e honra. Ele é o único que merece ser adorado.