A recente descoberta do “O evangelho de Judas” alega que Jesus pediu que Judas o traísse. Supostamente, Jesus queria que a morte o libertasse deste mundo material, para que pudesse novamente tornar-se um espírito puro.

O problema nisso é que Judas não podia ter escrito esse manuscrito que traz o seu nome, já que ele foi escrito muito depois do tempo de Jesus. Mas como O evangelho de Judas foi descoberto, ele representa uma novidade para os que gostam de especulações.

Propor uma história falsa para substituir o registro do Novo Testamento não é fato novo. O apóstolo Paulo escreveu: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Timóteo 4:3,4).

Há uma tendência, hoje, de olhar às novas teorias para minar a importância e veracidade da Bíblia. Mas Paulo nos diz: “…julgai todas as coisas, retende o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21). Baseados no conteúdo e na autoridade duvidosa de O evangelho de Judas, sabemos que se trata de uma fábula. O verdadeiro evangelho, as boas-novas, está com os apóstolos, que caminharam com Jesus e escreveram a mensagem transformadora de vidas, descrita no Novo Testamento.