A cada ano parece que o Natal se torna mais e mais comercializado. Mesmo em nações onde a maioria das pessoas se intitula “cristã”, esta celebração se tornou mais uma época de compras do que de adoração. A pressão para comprar presentes e planejar festas elaboradas torna cada vez mais difícil manter o foco sobre o real significado do feriado — o nascimento de Jesus, o Filho único de Deus, o Salvador do mundo.

Mas em cada Natal, também ouço o evangelho em lugares surpreendentes — exatamente nos lugares que tanto comercializam o Natal — os shoppings. Quando ouço: “Cantai que o Salvador chegou, acolha a Terra o Rei” (CC 26), tocando em locais públicos, penso nas palavras que Jesus disse aos fariseus, quando lhe pediram para silenciar a multidão que o louvava: “Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lucas 19:40).

No Natal, ouvimos as pedras clamarem. Mesmo as pessoas espiritualmente mortas cantam canções escritas por cristãos falecidos há muito tempo, lembrando-nos que não importa quão seriamente as pessoas tentem silenciar a verdadeira mensagem do Natal, nunca terão sucesso.

Apesar do comercialismo que ameaça confundir a mensagem do nascimento de Cristo, Deus fará Suas boas-novas conhecidas em todo lugar onde houver maldição.