Quando eu era criança, meu pai pastoreava uma tribo de índios na Amazônia. Certa vez, íamos para lá num pequeno avião e nos deparamos com uma “tempestade perfeita” que arremessava a aeronave para todos os lados. Meu pai estava nervoso, porém confiante. Quando pousamos, ele disse ao piloto que seu sorriso constante lhe transmitira paz. O piloto confessou que aquilo era sinal de nervosismo.

As tempestades não são estranhas em nossa vida e normalmente nos levam a questionar onde Deus está em meio a tudo isso.

Nesse texto, Jesus está dormindo enquanto atravessa o mar da Galileia com Seus discípulos. De repente, se levanta um grande temporal. Os homens, incrédulos, o acordam e perguntam se Ele não se importava que eles morressem. O adequado seria dizer: “Deus, o que o Senhor quer comigo?”

Depois de acalmar a tempestade, Jesus repreendeu os Seus discípulos por terem fé tão pequena. Fé é confiança nas promessas de Deus. Neste caso, a resposta de fé deveria ser: “Mestre, tudo parece apontar em direção contrária, mas se tu disseste que iríamos chegar do outro lado, é porque vamos.”

As tempestades que Deus permite em nossa vida são para nos treinar para as coisas que Ele ainda tem para nós aqui e na eternidade. Você consegue imaginar o que Deus pode fazer com um povo totalmente entregue nas mãos dele?