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Vigiem

A música do cantor country Tim McGraw, Live like you were dying (Viva como se estivesse morrendo) me inspira. Nela, ele descreve coisas interessantes que um homem fez após receber más notícias sobre sua saúde. Ele também escolheu amar e perdoar as pessoas mais livremente, falando-lhes com mais ternura. A música recomenda que vivamos bem, como se soubéssemos quão breve a vida acabará.

Posicionando-se sobre a fé

Desmond Doss serviu na Segunda Guerra Mundial como não combatente. Suas crenças religiosas o impediam de portar armas, mas ele serviu habilmente como médico de combate. Em uma batalha, ele resistiu ao intenso fogo inimigo para retirar 75 soldados feridos de sua unidade à segurança. Sua história é contada no documentário O objetor de consciência (2004) e dramatizada no filme Até o…

Falsa segurança

Quando nosso cachorrinho Rupert era pequeno, ele tinha tanto medo de sair que eu tinha que arrastá-lo ao parque. Certo dia, tolamente o soltei de sua coleira. Ele correu para casa, de volta à sua segurança. Isso me fez lembrar de alguém que conheci num avião, que começou a se desculpar comigo enquanto taxiávamos pela pista: “Vou ficar bêbado neste voo”. “Parece-me que não é isso que você quer”, respondi. “Não é”, ele replicou: “Mas sempre recorro ao vinho”. Ele ficou bêbado, e a parte mais triste foi ver sua esposa abraçá-lo quando ele saiu do avião, cheirar seu hálito e depois afastarem-se. A bebida era a segurança dele, mas esse não era um lugar seguro.

Qualificado aos olhos de Deus

Fui contratada por uma consultoria em tecnologia embora eu não conseguisse escrever uma linha de código de computador e tivesse pouco conhecimento de negócios. Na entrevista inicial, aprendi que a empresa não valorizava a experiência anterior. As qualidades pessoais como a capacidade de resolver problemas criativamente, bom senso e trabalho em equipe eram mais importantes. Presumiam que os novos funcionários aprenderiam, desde que fossem o tipo de pessoa que procuravam.

Um escudo ao meu redor

Foi uma perda dramática quando Paulo, nosso ministro de louvor, morreu aos 31 anos num acidente de barco. Paulo e sua esposa, DuRhonda, conheciam a dor, pois haviam “enterrado” vários filhos que nem chegaram a nascer. Seria mais uma sepultura ao lado das outras desses pequeninos. As crises dramáticas que essa família experimentou atingiram aqueles que os amavam como um nocaute cruel.

Crescendo para saber

Aos 17 anos, emocionei-me ao saber que fora aprovado no intercâmbio para estudar na Alemanha, apesar de faltar apenas três meses para partir e eu nunca ter estudado alemão. Passei os dias seguintes preparando-me rapidamente, estudando por horas e escrevendo palavras para memorizar até nas mãos. Meses depois eu estava numa sala de aula na Alemanha, desanimado por não saber mais da língua. Naquele dia, um professor me deu um conselho sábio: “Aprender uma língua é como escalar uma duna de areia. Às vezes você sente que não está chegando a lugar algum. Não desista e chegará”.

Nome dos Nomes

O nome de Antonio Stradivari (1644–1737) é lendário no mundo da música. Seus violinos, violoncelos e violas são muito apreciados por sua habilidade e clareza de som que muitos receberam até nomes próprios. Um deles, por exemplo, é conhecido como o Stradivarius Messias-Salabue. Depois que o violinista Joseph Joachim (1831–1907) o tocou, escreveu: “O som do Strad, aquele único ‘Messie’, aparece de novo e de novo em minha memória, com sua combinada doçura e grandeza”.

Na videira

Certa primavera, após um inverno particularmente sombrio durante o qual Emma ajudou uma pessoa doente da sua família, ela se encorajava cada vez que passava por uma cerejeira perto de sua casa em Cambridge, Inglaterra. No topo das flores rosas cresceram flores brancas. Um jardineiro criativo tinha enxertado na árvore um ramo de flores brancas. Quando Emma passava pela árvore incomum, pensava nas palavras de Jesus sobre ser Ele a Videira e Seus seguidores os ramos (vv.1-8).

Sentindo-se pequeno

Muitos críticos de cinema consideram Lawrence da Arábia, de David Lean, um dos maiores filmes de todos os tempos. Com suas paisagens intermináveis dos desertos árabes, influenciou uma geração de cineastas incluindo o diretor Steven Spielberg. “Fui inspirado na primeira vez que vi Lawrence”, disse Spielberg. “Isso me fez e ainda faz sentir-me insignificante. É uma medida de sua grandeza”. Também, sinto-me pequeno quando contemplo a vastidão da criação ao olhar para o oceano, sobrevoo a calota polar ou observo um céu noturno brilhando com um bilhão de estrelas. Se o Universo é tão extenso, quanto mais grandioso deve ser o Criador que o criou!

Vire e corra

Ali era bonita, inteligente e talentosa e seus pais muito amorosos. Mas, depois do Ensino Médio, algo a levou a experimentar heroína. Os pais perceberam e a enviaram à clínica de reabilitação após ela admitir o impacto que a droga exercia sobre ela. Após o tratamento, eles lhe perguntaram o que diria a suas amigas sobre o uso das drogas. Seu conselho: “Basta virar e correr” e enfatizou que não seria o suficiente apenas dizer “não”. Ali recaiu e morreu de overdose aos 22 anos. Na tentativa de manter outros longe desse destino, os pais dela, com o coração partido, foram à TV local para encorajar outros a “correrem por Ali”, ficando longe de situações em que poderiam ser expostos a drogas e demais perigos.

Mais que a água

Uma das minhas primeiras memórias de infância da igreja foi um pastor andando pelo corredor, desafiando-nos a “lembrar as águas do nosso batismo”. Lembram-se das águas? Eu me perguntei: Como você pode se lembrar da água? Ele então começou a espirrar água em todos, o que, quando criança, encantou-me e confundiu.

Não alimente as provocações

Já ouviu a expressão: “Não alimente os provocadores”? A provocação ou “trolação” é um novo problema no mundo digital atual: os provocadores online publicam comentários intencionalmente inflamatórios e prejudiciais em fóruns sociais. Mas ignorar tais comentários, não “alimentar” os provocadores, torna-lhes mais difícil sabotar uma conversa.