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Uma árvore florescente

Quando criança eu colecionava selos, figurinhas de jogadores e histórias em quadrinhos. Agora, como mãe, vejo o mesmo impulso nos meus filhos. Às vezes eu lhes pergunto se realmente precisam de outro ursinho de pelúcia?

Força renovada

O psiquiatra Robert Coles observou um padrão nos que se esgotam enquanto servem aos outros. O primeiro sinal de alerta é o cansaço, depois o cinismo sobre as coisas que nunca melhoram, e então a amargura, o desespero, a depressão e, finalmente, o esgotamento.

O homem da bondade

Desiludido e querendo uma vida mais significativa, Leo deixou o seu emprego em finanças. Certo dia, ele viu um sem-teto segurando uma placa na esquina que dizia: A BONDADE É O MELHOR REMÉDIO e disse: “Essas palavras me atingiram diretamente. Foi uma epifania”.

Discurso suave

Discuti no Facebook e isso não foi certo. Tive uma atitude errada. O que me fez pensar que eu precisava “corrigir” um estranho sobre um assunto polêmico que dividia opiniões? Usamos palavras acaloradas, ferimos sentimentos e perdemos a oportunidade de testemunhar por Jesus. Esse é o resultado da “raiva na internet”, as palavras duras lançadas diariamente pela blogosfera. Um especialista em ética explicou que as pessoas concluem erroneamente que “discute-se as ideias públicas com raiva”.

Nossa razão de alegria

No início do ano letivo, C. J., de 14 anos, descia do ônibus todas as tardes e dançava na calçada. A mãe dele gravou e compartilhou vídeos sobre isso. Ele dançava porque gostava da vida e “de fazer as pessoas felizes” a cada movimento. Um dia, dois coletores de lixo tiraram um tempo do seu horário de trabalho para sapatear, girar e bailar com o garoto que os inspirou. Esse trio demonstrou o poder da alegria sincera e contagiosa.

Deus faz tudo novo

O judaísmo era a religião dominante em Israel no tempo de Jesus. Em seu legalismo ninguém era bom, tudo era opressão e culpa. E Jesus chega com uma mensagem nova — leve e libertadora. Nesta passagem, Cristo chama para ser Seu discípulo alguém que jamais o judaísmo chamaria: um cobrador de impostos (Lucas 5:27-32). Naquela época, sob a dominação de Roma, os impostos recolhidos eram enviados para outros territórios. Os judeus que faziam esse serviço eram considerados traidores, párias da sociedade. Jesus abre a porta para os rejeitados. O autor do evangelho mais lido e de onde tiramos o texto bíblico para nossa reflexão é esse homem desprezado, Mateus. E sabe por quê? Porque Jesus tem a capacidade de fazer tudo novo.

Navegando…

“Todo mundo à esquerda, deem três fortes remadas para a frente!”, gritou nosso guia de rafting. Os da esquerda “foram com tudo”, puxando nosso bote para longe de um vórtice agitado. Por várias horas, aprendemos sobre a importância de ouvir as instruções do nosso guia. Sua voz firme permitiu que seis pessoas com pouca experiência em rafting trabalhassem juntas para traçar o percurso mais seguro num rio revolto.

Basta perguntar

Seu médico disse que suas retinas descoladas não poderiam ser restauradas. Mas, depois de viver sem visão por quinze anos, aprender Braille e usar bengala e um cão-guia, a vida de certa mulher mudou quando seu marido fez uma simples pergunta a outro oftalmologista: “é possível ajudá-la?”. A resposta foi “sim”! Esse novo médico descobriu que a mulher tinha uma doença ocular comum, a catarata, e o médico a removeu do olho direito. Quando retirou o tapa-olho no dia seguinte, sua visão estava em 20/20. A cirurgia do olho esquerdo teve igual sucesso.

Esperança de redenção

O homem parecia irrecuperável. Seus crimes incluíam tiroteios (seis mortos) e a autoria de quase 1.500 incêndios que aterrorizaram a cidade de Nova Iorque na década de 1970. Ele deixou cartas em suas cenas de crime provocando a polícia, foi preso e recebeu sentenças consecutivas de 25 anos por cada assassinato. No entanto, Deus alcançou esse homem. Hoje ele é cristão e lê diariamente as Escrituras. Demonstrou profundo pesar às famílias de suas vítimas e continua a orar por elas. Embora preso por mais de quatro décadas, esse homem que parecia além da redenção encontra esperança em Deus e afirma: “Minha liberdade está numa palavra: Jesus”.

Um dueto divino

No recital de música infantil, observei o professor e o aluno sentarem-se diante do piano. Antes de começarem o dueto, o professor se inclinou e sussurrou algumas instruções de última hora. À medida que a música fluía, notei que o aluno tocava uma melodia simples, enquanto o acompanhamento do professor acrescentava profundidade e riqueza à música. Perto do final, o professor assentiu em aprovação.

Bata de novo

Em 2012, três jovens lançaram a música Tell Your Heart to Beat Again (Diga ao seu coração para bater novamente), a qual foi inspirada na história de um cirurgião cardiovascular. Após remover o coração da paciente para repará-lo, o cirurgião o devolveu ao peito e começou a massageá-lo suavemente de volta à vida. Mas ele não batia. Tomaram medidas intensas, mas o coração ainda não batia. Finalmente, o cirurgião se ajoelhou ao lado da paciente inconsciente dizendo: “Sou o seu cirurgião. Tudo correu perfeitamente. Seu coração foi reparado, diga-lhe para bater de novo”. E ele começou a bater.

Fé profundamente enraizada

A árvore conhecida como o Carvalho Santo ao lado da Igreja Presbiteriana de Basking Ridge, em Nova Jersey, EUA, durou mais de 600 anos até ser removida. Em seu auge, os galhos se estendiam espaçosos e a brisa agitava suas folhas. O sol espiava por brechas sopradas pelo vento, criando vislumbres de luz à sombra da cobertura. Seu sistema radicular era magnificente. A raiz principal de um carvalho cresce verticalmente e garante um suprimento confiável de alimento. A partir da raiz principal, as raízes se espalham horizontalmente para fornecer umidade e nutrientes. Esse intrincado sistema radicular geralmente cresce mais forte do que a árvore que suporta e serve como tábua de salvação e âncora para estabilizar o tronco.