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O gênio do ferro-velho


Noah Purifoy começou o seu trabalho como artista “montador” com 3 toneladas de escombros recuperados a partir dos motins de 1965 na área de Watts, em 
Los Angeles, EUA. De rodas de bicicletas quebradas e bolas de boliche para pneus descartados e TV danificadas a 
produtos já inutilizáveis, ele e um colega criaram esculturas que transmitiam poderosa mensagem sobre pessoas sendo tratadas como “descartáveis” na sociedade moderna. Um jornalista referiu-se a ele como “o gênio do ferro-velho”.


Pequenas mentiras e gatinhos


A mãe de Elias, 4 anos, notou quando ele se afastou correndo dos gatinhos recém-nascidos. Ela tinha lhe dito para não tocá-los. “Você tocou nos gatinhos, Elias?”, perguntou ela.


O amor revelado


Quando uma série de placas escritas “eu te amo” apareceram misteriosamente na cidade, uma repórter do jornal local decidiu investigar. Sua sondagem deu em nada. Semanas mais tarde, novos sinais apareceram com o nome de um parque local, uma data e hora.


A morte da dúvida


Nós o conhecemos como Tomé, o incrédulo (João 20:24-29), mas o rótulo não é inteiramente justo. Afinal de contas, quantos de nós teríamos acreditado se o nosso líder executado tivesse ressuscitado? Na verdade, poderíamos muito bem chamá-lo de “Tomé, o corajoso”. Afinal, Tomé mostrou coragem impressionante à medida que Jesus submeteu-se, propositadamente, aos acontecimentos que levaram à Sua morte.


Veja o que Jesus fez


O menino tinha apenas 8 anos quando anunciou para Wally, um amigo de seus pais: “Eu amo Jesus e quero servir a Deus no exterior algum dia.” Durante os dez anos seguintes ou mais, Wally orou por ele, enquanto o observava crescer. Mais tarde, quando este jovem se inscreveu para servir com uma agência missionária no Mali, Wally lhe disse: “Já estava na hora! Quando ouvi o que você queria fazer, investi algum dinheiro e fui guardando para você, esperando por esta notícia emocionante.” Wally deseja ajudar o próximo e contribuir para levar-lhes as boas-novas de Deus.


Eu sei tudo


Nosso filho e nora tiveram uma emergência. Nosso neto estava com pneumonia e bronquite e precisou ser levado ao hospital. Meu filho perguntou se poderíamos buscar seu filho de 5 anos na escola e levá-lo à nossa casa. Minha esposa e eu ficamos contentes por ajudá-los.


Firmando-se em Jesus


Às vezes, ao colocar a cabeça no travesseiro à noite, oro e imagino que estou me apoiando em Jesus. Sempre que faço isso, lembro-me do que a Palavra de Deus nos diz sobre o apóstolo João. O próprio João descreve como ele estava sentado ao lado de Jesus na Última Ceia: “…estava conchegado a Jesus um dos seus discípulos, aquele a quem ele amava” (v.23).


O Advogado


De uma cela de prisão na Flórida em junho de 1962, Clarence Earl Gideon pediu ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos para rever a sua condenação por um crime que ele afirmava não ter cometido, acrescentando que não tinha os recursos para contratar um advogado.


O bom, o mau e o ruim


Uma querida amiga me enviou uma mensagem de texto que dizia: “Estou tão feliz por podermos dizer uma a outra o que é bom, mau e ruim!” Já somos amigas por muitos anos, e aprendemos a partilhar as nossas alegrias e falhas. Reconhecemos que estamos longe de ser perfeitas, por isso, compartilhamos as nossas lutas, mas também nos alegramos com os sucessos uma da outra.


Isto me traz alegria?

Marie Kondo, jovem japonesa, escreveu o livro A mágica da alegria (Ed. Sextante, 2015), sobre o descarte e a organização e já vendeu dois milhões de cópias em todo o mundo. O objetivo é ajudar as pessoas a livrarem-se de coisas desnecessárias em suas casas e armários, coisas que lhes pesam. Ela sugere que seguremos cada item e nos perguntemos: Isso me traz alegria? Se a resposta for sim, devemos mantê-lo. Se for não, descartá-lo.


Provado e purificado


Durante uma entrevista, a cantora e compositora Meredith Andrews falou sobre sentir-se oprimida, enquanto tentava equilibrar o evangelismo, trabalho criativo, casamento e maternidade. Refletindo sobre suas angústias, disse: “Senti-me como se Deus estivesse me depurando, algo semelhante ao processo de esmagamento.”


Comece onde você está


Hoje, deparei-me com uma flor solitária que cresce nas campinas, uma pequena flor roxa “desperdiçando a sua doçura no ar do deserto”, tomei emprestado a linda linha de um verso do poeta inglês, Thomas Gray. Tenho certeza de que ninguém tinha visto esta flor anteriormente, e talvez ninguém a verá novamente. E pensei: Por que esta beleza neste lugar?