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Articles by Winn Collier

Instrumentos de paz

Ao eclodir a Primeira Guerra Mundial, em 1914, um estadista declarou: “As lâmpadas estão se apagando por toda a Europa; não as veremos acesas novamente em nossa vida”. Ele acertou, pois ao findar essa “guerra que acabaria com todas as outras”, cerca de 20 milhões haviam morrido e 21 milhões sido feridos.

A batalha acabou! Sério?

Finda a Segunda Guerra Mundial, Hiroo Onoda se escondeu na selva por 29 anos, recusando-se a acreditar que seu país se rendera. Ele havia sido enviado para uma ilha remota nas Filipinas para espionar as forças aliadas. Tempos depois de um tratado de paz ter sido assinado e cessadas as hostilidades, Onoda permaneceu na selva. Em 1974, o comandante dele foi à ilha para convencê-lo de que a guerra havia terminado.

Um coração aberto e generoso

Depois que o carro da Vicki quebrou e sem a opção de reparo, ela começou a juntar dinheiro para adquirir outro. Cristiano é cliente no restaurante onde ela trabalha na janela do drive-thru e ouviu-a mencionar que precisava de um carro. “Eu não conseguia parar de pensar nisso e tive que fazer algo”, disse Cristiano. Então ele comprou o carro usado que seu filho colocara à venda, lustrou-o e entregou as chaves a Vicki. Ela ficou chocada: “Quem faz isso?”, questionou com espanto e gratidão.

Perdão impossível

Entre os destroços do campo de concentração onde os nazistas exterminaram quase 50 mil mulheres, foi encontrada esta oração amassada: “Ó Senhor, lembra-te dos homens e mulheres de boa vontade e também dos de má vontade. Não te lembres do sofrimento que infligiram a nós, mas dos frutos que trouxemos graças a esse sofrimento — nossa camaradagem, lealdade, humildade, a coragem, a generosidade e a grandeza de coração que surgiu disso. E quando eles forem julgados, que todos os frutos que produzimos sejam o perdão que receberão”.

Através das águas

O filme Um Estado de Liberdade é sobre Newton Knight e alguns desertores e escravos confederados que ajudaram o Exército da União e depois resistiram aos proprietários de escravos após a Guerra Civil Americana. Muitos celebram Knight como o herói, mas foram dois escravos que salvaram a vida dele depois da deserção. Eles o carregaram e cuidaram do ferimento na perna que ele sofrera enquanto fugia das forças confederadas. Se o tivessem abandonado, ele teria morrido.

Os desejos mais profundos

Douglas temia não ter dinheiro suficiente; portanto, desde jovem, começou a construir ambiciosamente o seu futuro. Subiu rápido numa prestigiada empresa do Vale do Silício, e enriqueceu. Sua conta bancária era fora do comum, seu carro luxuoso e sua mansão valia um milhão de dólares. Ele tinha tudo o que queria, mas sentia-se profundamente infeliz, ansioso e insatisfeito. Na verdade, a riqueza pode realmente piorar a vida. Todo o dinheiro não lhe trazia amizades, sentido de pertença ou alegria e, muitas vezes, só mágoas.

Contemplando a salvação

Aos 53 anos, a última coisa que Sonia esperava era abandonar os seus negócios e seu país para se juntar a um grupo de requerentes de asilo que viajavam para uma nova terra. Depois que as gangues assassinaram seu sobrinho e tentaram forçar seu filho de 17 anos a juntar-se as suas fileiras, Sonia sentiu que a fuga era sua única opção. “Eu oro a Deus e farei o que for necessário”, ela explicou. “Farei qualquer coisa para meu filho e eu não morrermos de fome. Prefiro vê-lo sofrer aqui do que acabar jogado em um saco ou no rio”.

Libertado de nossa gaiola

Ao sair para passear, o escritor Martin Laird, muitas vezes, encontrava um homem com quatro Kerry Blue Terriers. Três dos cães corriam soltos pelo campo, mas um ficava perto do dono, correndo em pequenos círculos. Quando Laird finalmente parou e perguntou sobre o estranho comportamento, o dono explicou que era um cão resgatado que passara a maior parte de sua vida trancado numa jaula. O terrier continuava a correr em círculos como se estivesse confinado dentro de uma caixa.

Levando os filhos a Deus

Certo ateu acredita ser imoral os pais ensinarem religião aos seus filhos como se fosse verdade e afirma que os pais que lhes transmitem sua fé cometem abuso infantil. Embora esse ponto de vista seja extremo, ouço sobre pais que hesitam em encorajar seus filhos a terem fé. Embora a maioria espere prontamente influenciar os filhos com sua visão de política,…

Deus esperou

Denise Levertov tinha apenas 12 anos, ainda não era uma poetisa de renome, quando enviou um pacote de suas poesias ao poeta T. S. Eliot. Ela esperou pela resposta, e, surpreendentemente, Eliot enviou duas páginas manuscritas incentivando-a. No prefácio de uma de suas coleções, ela explicou como os poemas “traçam seu próprio movimento do agnosticismo à fé cristã”. É poderoso reconhecer como um dos últimos poemas, “Anunciação”, narra a submissão de Maria a Deus. Notando a recusa do Espírito Santo em subjugar Maria e Seu desejo de que ela recebesse livremente o menino Jesus, essas duas palavras resplandecem no centro do poema: “Deus esperou”.

A bênção do Pai

Recentemente, várias pessoas de nossa igreja, em especial as que tiveram relacionamentos ruins com seus pais, pediram-me que eu representasse a figura paterna amorosa e lhes abençoasse. A bênção incluía o perdão pelas formas como um pai pode ferir seus filhos, estabelecendo expectativas muito altas, sendo distantes ou falhando em ser presentes e motivadores. A bênção também enaltecia o deleite, a admiração e o amor abundante. Ao compartilhar essa bênção, chorei, meus filhos e eu ainda precisávamos receber essas palavras também.

Livre de condenação

Um casal dirigia seu trailer pelo norte da Califórnia quando ouviram o pneu estourar e o metal da roda raspar o asfalto. As faíscas iniciaram o incêndio florestal de Carr de 2018, que queimou quase 230.000 acres, destruiu mais de 1.000 casas e causou a morte de várias pessoas. Quando os sobreviventes souberam que esse casal fora tomado pela tristeza, abriram uma página no Facebook para manifestar “graça e estender bondade pela vergonha e desespero” que os envolvia. Uma mulher postou: “Sou alguém que perdeu a casa neste incêndio e preciso que saibam que nem a minha família nem as outras os culpam. Os acidentes acontecem. Desejo realmente que essas postagens gentis aliviem o seu fardo. Superaremos juntos”.