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Articles by Sheridan Voysey

Ajudantes misteriosos

Luísa tem distrofia muscular e, ao tentar sair de uma estação de trem, encontrou-se frente às escadas sem elevador ou escadas rolantes. À beira das lágrimas, viu um homem aparecer, pegar sua bolsa e gentilmente ajudá-la a subir as escadas. Quando se virou para agradecer, ele se fora. Miguel estava atrasado para uma reunião e, estressado pelo colapso de um…

O grande dia final

Em The Call of Service (O chamado para servir), o autor Robert Coles explora as nossas razões para servir com a comovente história de uma idosa que serviu aos outros. Como motorista de ônibus, ela demonstrou muito cuidado com as crianças que transportava diariamente à escola. Interrogava-as sobre os deveres de casa e comemorava seus sucessos. Sobre a sua motivação, disse: “Quero vê-las vencendo na vida”. Mas havia outra também.

Nova humanidade

Ao visitar a galeria Tate Modern, em Londres, uma peça de arte chamou minha atenção. Era uma torre gigante feita de centenas de rádios antigos que fora criada pelo artista brasileiro Cildo Meireles. Cada rádio estava ligado e sintonizado numa estação diferente, criando uma cacofonia de fala confusa e indecifrável. Meireles chamou a escultura de Babel.

Falsa segurança

Quando nosso cachorrinho Rupert era pequeno, ele tinha tanto medo de sair que eu tinha que arrastá-lo ao parque. Certo dia, tolamente o soltei de sua coleira. Ele correu para casa, de volta à sua segurança. Isso me fez lembrar de alguém que conheci num avião, que começou a se desculpar comigo enquanto taxiávamos pela pista: “Vou ficar bêbado neste voo”. “Parece-me que não é isso que você quer”, respondi. “Não é”, ele replicou: “Mas sempre recorro ao vinho”. Ele ficou bêbado, e a parte mais triste foi ver sua esposa abraçá-lo quando ele saiu do avião, cheirar seu hálito e depois afastarem-se. A bebida era a segurança dele, mas esse não era um lugar seguro.

Tocado pela graça

No romance Paz como um rio (Ed. Difel 2003), de Leif Enger, Jeremias Land é um pai responsável por seus três filhos. Ele trabalha como o zelador na escola local. É homem de fé profunda, por vezes milagrosa, a qual é frequentemente testada ao longo do livro.

É todo um presente!


O Café Rendezvous em Londres tem iluminação agradável, sofás confortáveis e o aroma de café no ar. O que ele não tem são os preços. Começou, originalmente como um projeto de uma igreja local, mas o lugar foi transformado um ano depois que começou. Os gerentes sentiram que Deus os chamava para fazer algo radical, “oferecer um menu grátis”. Hoje você pode pedir um café, bolo, ou sanduíche sem custo. Não há sequer uma caixa de doação. Tudo é um presente.


Generosidade multiplicada


Cíntia foi entregar uma pizza e surpreendeu-se, pois estava diante de uma igreja. Ao entrar para entregar a pizza foi recebida pelo pastor.


A beleza radiante de Deus


São impressionantemente belas as areias brancas e as águas cristalinas da Ilha Lord Howe, na Austrália. Ali nada-se por entre as tartarugas e os peixes cintilantes locais, enquanto os peixes wrasses deslizam ao redor, piscando suas cores de néon como um outdoor. Na lagoa, encontrei recifes de corais de peixe-palhaço laranja-claro e peixe-borboleta de listrado amarelo que beijaram minha mão. Extasiado pelo esplendor, adorei a Deus.


Agradecido por tudo


Na Austrália, dirigir entre cidades tão distantes e a fadiga podem causar acidentes. Assim, nas férias, são montadas paradas de descanso nas principais rodovias e voluntários oferecem café gratuito. Nós gostamos de aproveitar essas paradas durante nossas viagens longas.


Detalhes íntimos


O Universo é grandioso, a Lua gira em torno de nós a quase 4 mil km por hora. A Terra gira em torno do Sol a 
106 mil km por hora. Nosso sol é um dentre 200 bilhões de outras estrelas e trilhões de mais planetas na galáxia, e essa galáxia é apenas uma de 100 bilhões de outras que se precipitam pelo espaço. Espantoso!


Hora de florescer


Na primavera passada, decidi derrubar a roseira perto da nossa porta dos fundos. Nos três anos em que morávamos em nossa casa, não havia produzido muitas flores, e seus feios e infrutíferos ramos estavam agora se espalhando em todas as direções.


Cheiro doce


A autora Rita Snowden conta uma bela história sobre uma visita a uma pequena vila. Sentada à mesa de um café numa tarde desfrutando de uma xícara de chá, ela percebeu um delicioso cheiro no ar. Rita perguntou ao garçom de onde o cheiro vinha e lhe foi dito que era das pessoas que ela podia ver passando por ali. A maioria dos moradores eram empregados de uma fábrica de perfume nas proximidades. Ao irem para casa, levavam à rua a fragrância que impregnava suas roupas.