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Articles by Poh Fang Chia

O que dura para sempre?


Meu amigo ao passar dificuldades escreveu: “Ao refletir sobre os últimos semestres da vida estudantil, muitas coisas mudaram. É assustador. Nada dura para sempre.”


Não é esse


Davi elaborou os planos, projetou o mobiliário, recolheu os materiais e fez todos os arranjos (1 Crônicas 28:11-19). Mas o primeiro templo construído em Jerusalém é conhecido como o Templo de Salomão, não de Davi.


Amar com perfeição


Sua voz tremeu ao compartilhar os problemas que enfrentava com a sua filha. Preocupada com os amigos questionáveis de sua filha adolescente, esta mãe confiscou-lhe o celular e a acompanhou por toda a parte. O relacionamento delas parecia apenas ir de mal a pior.


Nada falta


Imagine fazer uma viagem sem bagagem. Sem necessidades básicas. Sem trocas de roupa. Sem dinheiro ou cartões de crédito. Soa insensato e aterrorizante, não?


Encontrando vida


As palavras do pai de Ravi o feriram profundamente. “Você é um fracasso total. É uma vergonha para a família.” Diante de seus irmãos talentosos, Ravi era visto como uma desgraça. Ele tentou se destacar nos esportes, e o fez, mas ainda se sentia um fracassado. Ele se perguntou: O que será de mim? Sou um fracasso total? Posso me livrar dessa vida sem sentir dor? Esses pensamentos o perseguiam, mas ele não o revelava a ninguém. Isso simplesmente não era feito em sua cultura. Ele havia sido ensinado a “guardar para si o seu sofrimento pessoal; manter escorado o seu mundo que estava desmoronando”.


Ferimentos de um amigo

Charles Lowery se queixou de dor lombar ao seu amigo. Ele buscava compreensão, mas recebeu uma avaliação honesta: “Não penso que o seu problema seja a dor lombar; é a sua barriga. Ela está tão grande que está prejudicando as suas costas.”

Um lugar seguro

Um jovem japonês tinha um problema — medo de sair de casa. Para evitar as outras pessoas, ele dormia o dia todo e passava a noite toda assistindo TV. Ele era um hikikomori — um ermitão moderno. O problema começou quando ele deixou de ir à escola devido às más notas. Quanto mais ele permanecia afastado da sociedade, mais se sentia um desajustado social. Finalmente, rompeu todas as comunicações com seus amigos e parentes. Porém, foi ajudado em sua jornada à recuperação visitando, em Tóquio, um clube de jovens conhecido como ibasho —um lugar seguro onde as pessoas abatidas podiam começar a reinserir na sociedade.

Jesus chorou

Enquanto eu lia, minha amiga se inclinou para ver o que era. Ela recuou e me olhou horrorizada. “Que título sombrio!”, disse.

Vale a pena?

Eu amo roti prata, uma panqueca popular em Singapura, minha terra natal. Então fiquei intrigada ao ler que uma pessoa de 57 quilos deve correr oito quilômetros por hora durante 30 minutos para queimar 240 calorias. Isso equivale a apenas uma daquelas panquecas!

Quem lhes contará?

A Segunda Guerra havia terminado. A paz havia sido declarada. Mas o jovem Hiroo Onoda, tenente do Exército Imperial Japonês isolado numa ilha das Filipinas, não o sabia. Foram feitas tentativas de encontrá-lo e lançado panfletos sobre o local onde ele poderia estar, dizendo-lhe que a guerra havia acabado. Mas Onoda, cuja última ordem recebida em 1945 foi ficar e lutar, rejeitou essas tentativas e folhetos como trapaças ou propaganda do inimigo. Ele não se rendeu até março de 1974 — quase 30 anos após o fim da guerra, quando seu ex-comandante viajou do Japão para as Filipinas, anulou sua ordem original e dispensou oficialmente Onoda do dever. Finalmente, o soldado acreditou que a guerra havia acabado.

Agitação e descanso

O despertador toca. Parece muito cedo. Mas você tem um longo dia pela frente. Você tem trabalhos a fazer, compromissos a cumprir, pessoas que precisa cuidar, ou tudo isso e muito mais. Bem, você não está só. Todo dia, muitos de nós corremos de uma coisa à outra. Como alguém sagazmente sugeriu: “Quem muito faz, mais arruma para fazer.”

Aprendendo a amar

O amor faz mais do que fazer “o mundo girar”, como diz uma velha canção. Ele também nos torna imensamente vulneráveis. Por vezes, podemos pensar: “Por que amar se os outros não demonstram apreço?”, ou “Por que amar e me tornar vulnerável?”. Mas o apóstolo Paulo dá um motivo claro e simples para seguir o amor: “…permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor. Segui o amor…” (1 Coríntios 13:13–14:1).