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Articles by Patricia Raybon

Olhando para cima!

Quando o cineasta Wylie Overstreet mostrou a estranhos uma imagem ao vivo da Lua vista através de seu poderoso telescópio, todos ficaram surpresos com a visão de perto, reagindo com sussurros e reverência. Contemplar uma visão tão gloriosa, explicou Overstreet, “nos enche de admiração por haver algo muito maior do que nós”.

Luz brilhante

Fiquei preocupada pelas cinco semanas de aulas sobre oração que concordei em lecionar numa igreja local. Os alunos gostariam? Gostariam de mim? Minha ansiedade estava mal focada, preparei as aulas muito bem, mas me sentia insegura. Faltava uma semana, e eu não havia incentivado muitos a comparecerem.

Abrigado por Deus

Nosso netinho se despediu, depois voltou-se e perguntou: “Vovó, por que você fica na varanda olhando até sairmos?”. Sorri, achando sua pergunta “fofa” pois ele é tão pequeno. Vendo sua preocupação, no entanto, tentei lhe dar uma boa resposta. “Bem, é uma cortesia. Se você é meu convidado, observar a sua saída mostra que eu me importo ”, disse-lhe. Ele pensou no que eu disse, mas ainda parecia perplexo. Então, eu lhe falei a simples verdade: “Fico, porque amo você. Quando vejo o carro indo embora, sei que está indo para casa em segurança.” Ele sorriu, abraçando-me com carinho. Finalmente, ele entendeu.

Rico diante de Deus

Crescendo durante a Grande Depressão, meus pais conheceram muitas dificuldades quando crianças. Assim, foram bons mordomos do dinheiro e trabalhadores agradecidos. Mas nunca foram gananciosos. Deram tempo, talento e seu tesouro à igreja, grupos de caridade e aos necessitados. Como cristãos, meus pais levaram a sério a advertência de Paulo: “…os que querem ficar ricos caem em pecado, ao serem tentados, e ficam presos na armadilha de muitos desejos tolos, que fazem mal e levam as pessoas a se afundarem na desgraça e na destruição” (1 Timóteo 6:9).

Como ficar na pista

O corredor cego mais rápido do mundo, David Brown, da equipe paraolímpica dos EUA, atribui suas vitórias a Deus, aos conselhos de sua mãe (“não fique à toa”) e a seu guia de corrida, o velocista Jerome Avery. Unido a Brown por uma corda amarrada aos seus dedos, Avery guia as vitórias de Brown com palavras e toques.

Banco da Amizade

No país africano do Zimbábue, os traumas de guerra e o desemprego causam desespero, mas as pessoas encontram esperança num “banco de amizades”. Elas podem conversar em xona (uma língua local) com as idosas kufungisisa, que são treinadas a ouvir as pessoas com depressão.

O Banco da Amizade foi lançado em Zanzibar, Londres e Nova Iorque. “Os resultados empolgam”, disse um pesquisador…

Tempo de desaceleração

Muita coisa mudou desde a invenção do relógio elétrico em 1840. Hoje, acompanhamos a hora em relógios inteligentes, smartphones e laptops. O ritmo da vida parece mais rápido — acelerando a nossa lenta caminhada. Isso acontece especialmente nas cidades e, segundo especialistas, pode ter efeito negativo na saúde. “Movemo-nos cada vez mais rápido e atendemos os outros o mais rápido possível”,…

Guiado por Sua Palavra

Na BBC em Londres, o primeiro trabalho de transmissão de Paul Arnold foi fazer “o barulho de passos” em novelas de rádio. Enquanto os atores liam os roteiros, Arnold, como gerente de palco, fazia os sons dos passos com cuidado para adequar os sons à fala. Ele explicou que o principal desafio era acompanhar o ator na história, “para os dois atuarem juntos”.

Suplique a Deus

Quando meu marido foi diagnosticado com câncer, eu não sabia o jeito “certo” de pedir a Deus que o curasse. Na minha visão limitada, outras pessoas no mundo tinham problemas tão sérios: guerra, fome, pobreza, desastres naturais.Porém, um dia, durante a nossa oração da manhã, ouvi meu marido humildemente pedir: “Querido Senhor, por favor, cura minha doença”.

Amando o estranho

Depois que uma pessoa de minha família se converteu a outra religião, os amigos cristãos me incentivaram a “convencê-la” a voltar para Jesus. Primeiro procurei amar essa pessoa como Cristo o faria, inclusive em lugares públicos onde algumas pessoas franziam o cenho para suas roupas “de aparência estrangeira”. Outros fizeram comentários rudes. “Vá para casa!”, um homem gritou para ela, sem saber ou aparentemente se importar com o fato de ela já estar “em casa”.

Cantarei de Sua força

Quando os aldeões franceses ajudaram refugiados judeus a se esconderem dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, eles cantavam na densa floresta que cercava sua cidade para os refugiados saberem que era seguro sair do esconderijo. Esses bravos habitantes de Le Chambon-sur-Lignon atenderam ao chamado do pastor local André Trocmé e sua esposa, Magda, para oferecer refúgio aos judeus naquele planalto, varrido pelo vento, conhecido como “A montanha protestante”. A música tornou-se uma característica da bravura deles e ajudou a salvar até 3.000 judeus da morte quase certa.

Luz guia

O restaurante era adorável, mas escuro. Apenas uma pequena vela tremeluzia em todas as mesas. Para enxergarem melhor, os clientes usavam os smartphones para ler seus menus, olhar para os colegas de mesa e até mesmo para ver o que estavam comendo. Finalmente, um cliente empurrou a cadeira silenciosamente, aproximou-se de um garçom e fez-lhe um pedido simples: “Você poderia acender as luzes?”. Em pouco tempo, acenderam-se as luzes e os fregueses explodiram em aplausos, com risos, conversas alegres e agradecimentos. O marido da minha amiga desligou o telefone, pegou os talheres e falou por todos nós: “Que haja luz! E agora vamos comer!”.