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Articles by Paschoal Piragine Junior

O desafio dos pais

Corrie ten Boom, cristã holandesa conhecida por sua prisão em campos de concentração nazistas após ter escondido judeus durante a Segunda Guerra Mundial, conta em seu livro Na casa de meu pai (Editora Vida, 1978) um pouco da sua história de família. Em um dos relatos, diz que seu tataravô foi preso por cantar, na igreja, um hino que parecia afrontar Napoleão Bonaparte, que varria a Europa com seu exército, por declarar Jesus como Rei. Mesmo diante da ameaça, ele dizia que o cristão deve ser corajoso para se posicionar quanto a sua fé.

Maus consoladores

Um dos enterros mais difíceis em que preguei foi o de um pastor que se atirou de um prédio. Eu não sabia o que falar diante daquele cenário. Meses depois, a viúva me procurou para me agradecer. Disse-lhe que não a entendia porque eu havia ficado sem palavras naquela ocasião. A senhora respondeu: “Todos me disseram algo, e ouvi muitas coisas esquisitas. Mas o senhor foi o único que me abraçou e chorou comigo”.

Os altos e baixos da vida

Certa vez, as crianças da igreja foram me visitar em minha sala. Uma delas me perguntou: “Pastor, é verdade que Jó nasceu dia 30 de fevereiro?”. Repliquei: “Por que esse dia?”, ao que ele retrucou: “Jó pediu que tirassem do calendário o dia que ele nasceu. E 30 de fevereiro não existe”. Aquela criança nos ensina que nossas perspectivas, mesmo como adultos, são simplistas e não contemplam tudo o que Deus está fazendo neste momento.

O cristão no mundo atual

A igreja evangélica tem crescido muito no Brasil. Estima-se que, em breve, poderemos representar mais de 50% da população do país. A pergunta que fica é: qual o impacto na sociedade desse aumento da presença evangélica?

Aprenda com o passado


Quantas vezes percebemos que entramos “numa furada” e nos prometemos que não repetiremos o mesmo erro para, pouco depois, fazermos tudo de novo? Quem nunca o fez? Isso acontece porque esquecemos das lições do passado.


Conflitos que destroem

O super-homem do filósofo alemão Nietzsche, de fato, se aproxima mais do Batman: um homem comum que com seu cinto de utilidade pode fazer quase qualquer coisa. E tudo o que possui em sua Batcaverna é invenção sua. Também podemos agir assim e, com nossos aparatos especiais, pensar que controlamos as adversidades, nos achando sábios o suficiente para não dependermos de ninguém.