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Articles by Kevin Williams

A cura para a ansiedade


Estávamos entusiasmados com a mudança por causa do trabalho do meu marido. Mas as incógnitas e os desafios deixaram-me ansiosa. Teria de embalar tudo, procurar um lugar para morar, encontrar um novo emprego para mim, familiarizar-me com uma nova cidade, e me estabelecer. Tudo parecia muito perturbador. Enquanto pensava na lista de coisas por fazer, lembrei-me das palavras escritas pelo apóstolo Paulo: elas ecoaram em minha mente: “sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica” (v.7).


Suficiente


Quando meu marido e eu fomos solicitados a acolher um grupo pequeno em nosso lar, minha primeira reação foi recusar. Senti-me inadequada. Não tínhamos lugares para todos, a nossa casa era pequena e sem espaço suficiente. Não sabia se tínhamos as habilidades para mediar os assuntos. Estava preocupada que me pedissem para preparar comida, pois me faltava vontade e dinheiro. Senti como se não tivéssemos condições “suficientes” e incapaz de aceitar o desafio. Mas queríamos servir a Deus e a comunidade, então, apesar dos temores, aceitamos. Nos 5 anos seguintes, tivemos grandes alegrias ao acolher novos grupos.


Quão mais?


Quando casei, pensei que logo teria filhos, mas isso não ocorreu, e a dor da infertilidade me prostrou. Muitas vezes clamei a Deus: “Até quando?” Sabia que Ele podia mudar minhas circunstâncias. Por que não mudava?


Removendo as barreiras


Eu via Maria todas as terças-feiras ao visitar “a Casa”: um lar que auxilia ex-prisioneiros a se reintegrarem na sociedade. Minha vida era diferente da dela que saíra da prisão, lutava contra o vício e fora separada de seu filho. Diríamos que ela vivia à margem da sociedade.


Do medo à fé


As palavras do médico pousaram em seu coração com um baque. Era câncer. Seu mundo parou quando pensou no marido e nos filhos. Tinham orado diligentemente, esperando um resultado diferente. O que eles fariam? Com lágrimas escorrendo pelo seu rosto, ela disse suavemente: “Deus, isso está além do nosso controle. Por favor, seja nossa força.”


O bem supremo


Cresci na Jamaica, e meus pais criaram minha irmã e eu para sermos “pessoas boas”. Em casa, bom significava obedecer aos pais, falar a verdade, ir bem na escola, no trabalho e ir à igreja pelo menos na Páscoa e no Natal. Imagino que esta definição de ser boa pessoa seja familiar para muitos, independentemente da cultura. Na verdade, Paulo, em Filipenses 3, usou a definição de ser bom em sua cultura para destacar algo maior.


Mãos vazias

Quando as primeiras espigas verdes de cevada se formavam na primavera, em Israel, os trabalhadores amarravam uma fita em cada haste que florescia, para separá-las das não maduras. Quando a haste estava madura, era colhida e levada ao templo, em Jerusalém. Deus havia ordenado que ao virem para a festa não deveriam apresentar-se de mãos vazias (Deuteronômio 16:16).