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Verdade sobre o pecado

Os escritores enfrentam o desafio de serem honestos quanto ao mal, e quando escrevo, gostaria que as pessoas boas sempre fossem corretas. Mas até as melhores pessoas têm falhas. Para terem credibilidade, os escritores devem ser honestos sobre o mal que atinge as pessoas que são boas.

Distúrbio interior

Às vezes parece que tenho um relacionamento ruim — comigo mesma! Sempre que eu, como escritora, inicio um parágrafo, a minha porção de editora me interrompe. “Não, não, não. Não escreva dessa maneira! Por que você é sempre tão negativa?” Ou, “O que a faz pensar que tem algo importante a dizer?”

Salvar a nós mesmos

Lá dentro, ouvia-se a música. Do lado de fora, as folhas caíam. Com a rajada de vento, uma das últimas folhas do outono voou para cima, quando ouvi a frase: “Ele ressuscitou!” No final do hino, todavia, a folha estava caída ao chão. A gravidade vencera a brisa.

No momento certo

O maestro estava em pé, no pódio, enquanto seus olhos examinavam o coro e a orquestra. Os cantores dispunham a partitura em suas pastas, encontrando uma posição confortável para que, em pé, pudessem ver o maestro acima delas. Os membros da orquestra posicionaram sua partitura na estante, e, encontrando uma posição adequada, permaneceram sentados em seus lugares. O maestro esperou e viu que todos estavam prontos. Em seguida, ao toque de sua batuta, os sons da abertura do “Messias de Handel” encheram a catedral.

As pedras clamam

A cada ano parece que o Natal se torna mais e mais comercializado. Mesmo em nações onde a maioria das pessoas se intitula “cristã”, esta celebração se tornou mais uma época de compras do que de adoração. A pressão para comprar presentes e planejar festas elaboradas torna cada vez mais difícil manter o foco sobre o real significado do feriado — o nascimento de Jesus, o Filho único de Deus, o Salvador do mundo.

Lição sobre o louvor

O Salmo 150 não é apenas uma bela expressão de louvor, é também uma lição sobre como louvar o Senhor. Ele nos fala onde louvar, porque devemos louvar, como devemos louvar e quem deveria oferecer louvor.

Esperança no sofrimento

Quando abri minha Bíblia para ler o livro de Jeremias 1–4, a expressão “Ouvi a palavra do Senhor…” me surpreendeu. Quase chorei. O momento era perfeito, pois estava passando por uma época de lamento pela morte de minha mãe.

A imagem final

O que começou como um campo vazio de cerca de meio quilômetro em Belfast, Irlanda do Norte, acabou sendo o maior retrato composto nas Ilhas Britânicas. A obra de arte Desejo, do artista Jorge Rodriguez-Gerada, é feita de 30 mil pinos de madeira, duas mil toneladas de terra, duas mil de areia e uma mistura de outros componentes como grama, pedras e corda.

Mosaico

No outono, durante três semanas nossa cidade se torna uma galeria de arte. Quase dois mil artistas de todo o mundo exibem suas criações em galerias, museus, hotéis, parques, ruas, estacionamentos, restaurantes, igrejas e até mesmo no rio.

Louvor imerecido

Antes mesmo de poder pagar por um forno autolimpante, eu conseguia manter meu forno limpo. Convidados até comentavam sobre ele quando os recebíamos para uma refeição. “Puxa! Seu forno é muito limpo! Parece novo.” Eu aceitava o louvor mesmo sabendo que não merecia. O motivo para meu forno ser limpo não era minha limpeza meticulosa; mas sim o fato de que eu raramente o usava.

A lição do bambolê

Um de meus brinquedos favoritos na infância está ressurgindo — o bambolê. Minha amiga Suzi e eu gastávamos horas no jardim aperfeiçoando nossa técnica e competindo para ver quem de nós conseguia mantê-lo girando na cintura por mais tempo. Este ano revivi essa parte de minha infância. Sentada em um parque, observei enquanto as crianças de todas as idades e tamanhos tentavam ao máximo impedir os bambolês de caírem no chão. Elas giravam e giravam com toda a força, mas apesar de seu esforço os bambolês caíam. Uma jovem então apanhou um bambolê. Praticamente sem muito esforço, ela o moveu suavemente e com ritmo para cima e para baixo, da cintura até os ombros e de volta à cintura. Seu sucesso dependeu de movimento estratégico, não do movimento vigoroso.

O poder do ritual

Durante minha infância, uma das regras em nossa casa era que não podíamos ir dormir com raiva (Efésios 4:26). Todas as nossas brigas e divergências tinham que ser resolvidas. Essa regra era acompanhada do ritual da hora de dormir: mamãe e papai diziam a mim e a meu irmão: “Boa noite, amo você.” E respondíamos: “Boa noite, amo você também.”

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