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Articles by Julie Ackerman Link

Quando as árvores despertam

A o longo de invernos frios e úmidos, a esperança da primavera nos sustenta. Setembro é o mês em que nossa esperança por dias mais quentes é recompensada. A transformação acontece aos poucos. Galhos que parecem sem vida no primeiro dia da primavera se transformam em galhos que nos cumprimentam com folhas verdes no fim de algumas semanas. Embora a mudança a cada dia seja imperceptível, no final de um mês as árvores secas de meu jardim enverdecem.

Doces lembretes

A o ser descoberta em 1922, a tumba do rei egípcio Tutancâmon estava cheia de coisas que os antigos egípcios acreditavam ser necessárias na vida após a morte. Entre santuários de ouro, joias, roupas, móveis e armas havia um pote cheio de mel — ainda comestível após 3.200 anos!

Sol pleno

Eu sei, mas ainda continuo tentando. As instruções no rótulo são claras: “Necessita de sol pleno”. A maior parte do nosso quintal fica principalmente à sombra, não sendo adequado para plantas que precisam de muito sol. Mas eu gosto da planta. Gosto de sua cor, da forma das folhas, do tamanho, do perfume. Então, eu a compro, levo para casa, planto e cuido muito bem dela. Mas a planta não está feliz na minha casa. Meu cuidado e atenção não são suficientes. Ela precisa de luz solar, que não posso dar. Pensei que poderia compensar a falta de luz dando à planta algum outro tipo de atenção. Mas não é assim que funciona. As plantas precisam do que precisam.

Percebendo

Q uando limpo minha casa para um evento especial, fico desanimada por pensar que os convidados não perceberão o que limpei, apenas o que deixei de limpar. Isto traz à mente uma questão filosófica e espiritual mais ampla: Por que os seres humanos veem mais rapidamente o que está errado do que o que está certo? Somos mais propensos a lembrar-nos da grosseria do que da gentileza. Os crimes parecem receber mais atenção do que os atos de generosidade. E os desastres chamam nossa atenção mais rapidamente do que a profunda beleza à nossa volta.

Um pedaço do céu

O belo jardim botânico em frente à nossa igreja foi o palco de uma reunião de todas as igrejas da comunidade. Enquanto caminhava pelos jardins, cumprimentando as pessoas que conheço há anos, trocando novidades com as que eu não havia visto recentemente e desfrutando dos belos entornos cuidados por quem conhece e ama plantas, percebi que aquela noite era rica em símbolos de como a igreja deve atuar — um pedaço do céu na terra.

O melhor tipo de felicidade

Q uando eu era mais jovem, a expressão “todos fazem isso” parecia um argumento imbatível, mas não era. Meus pais nunca cederam, por mais desesperada que eu estivesse pela permissão para fazer algo que eles consideravam inseguro ou imprudente.

Resposta surpreendente de Deus

“Oh! Se fendesses os céus e descesses! […] para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que as nações tremessem da tua presença!”, rogou o profeta Isaías a Deus (Isaías 64:1-3).

Seja uma estrela

Muitos buscam ser famosos, tentando estar em evidência na mídia. Mas um jovem prisioneiro judeu alcançou isso de forma melhor.

Escondendo meu rosto

Sou viciada em notícias. Gosto de saber o que está acontecendo no mundo. Mas algumas vezes, as atrocidades fazem-me sentir como uma criança que assiste a um filme de terror. Não quero ver o que acontece. Quero desviar minha atenção.

Diga “não” à autoajuda

No início da minha carreira editorial, em publicações religiosas, fui responsável por uma linha de livros denominada de “autoajuda”. Este rótulo me incomodou porque parecia contrário a tudo o que é cristão.

Limites

Não passa um ano sem que aconteça um desastre da natureza em algum lugar no mundo. Enchentes, ciclones e tsunamis destroem vidas, casas e o sustento das pessoas.

Um simples rebite

Os cientistas concluíram que rebites defeituosos podem ter causado o naufrágio rápido do “inafundável” Titanic. Segundo os pesquisadores que examinaram recentemente as partes recuperadas da embarcação, os rebites impuros feitos de ferro fundido em vez de aço fizeram o corpo do navio se abrir como um zíper. A tragédia do Titanic prova a insensatez de se gastar recursos em equipamentos luxuosos e em publicidade e negligenciar as peças “simples”.