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Articles by Julie Ackerman Link

O melhor tipo de felicidade

Q uando eu era mais jovem, a expressão “todos fazem isso” parecia um argumento imbatível, mas não era. Meus pais nunca cederam, por mais desesperada que eu estivesse pela permissão para fazer algo que eles consideravam inseguro ou imprudente.

Resposta surpreendente de Deus

“Oh! Se fendesses os céus e descesses! […] para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que as nações tremessem da tua presença!”, rogou o profeta Isaías a Deus (Isaías 64:1-3).

Seja uma estrela

Muitos buscam ser famosos, tentando estar em evidência na mídia. Mas um jovem prisioneiro judeu alcançou isso de forma melhor.

Escondendo meu rosto

Sou viciada em notícias. Gosto de saber o que está acontecendo no mundo. Mas algumas vezes, as atrocidades fazem-me sentir como uma criança que assiste a um filme de terror. Não quero ver o que acontece. Quero desviar minha atenção.

Diga “não” à autoajuda

No início da minha carreira editorial, em publicações religiosas, fui responsável por uma linha de livros denominada de “autoajuda”. Este rótulo me incomodou porque parecia contrário a tudo o que é cristão.

Limites

Não passa um ano sem que aconteça um desastre da natureza em algum lugar no mundo. Enchentes, ciclones e tsunamis destroem vidas, casas e o sustento das pessoas.

Um simples rebite

Os cientistas concluíram que rebites defeituosos podem ter causado o naufrágio rápido do “inafundável” Titanic. Segundo os pesquisadores que examinaram recentemente as partes recuperadas da embarcação, os rebites impuros feitos de ferro fundido em vez de aço fizeram o corpo do navio se abrir como um zíper. A tragédia do Titanic prova a insensatez de se gastar recursos em equipamentos luxuosos e em publicidade e negligenciar as peças “simples”.

O que é o certo?

Quando meu computador saudou-me, certa manhã, com a assim chamada “tela azul da morte”, eu sabia que algo estava estragado, mas não sabia como consertar. Li um pouco, tentei algumas coisas mas, por fim, tive que chamar um técnico. Saber que algo estava errado era só uma pequena parte do problema; eu não consegui consertá-lo porque não sabia lidar com aquilo e fazer a coisa certa.

Levantem-se!

Quando pedi ao meu esposo para comprar ovos antes de chegar em casa para fazermos pão de milho para o jantar, ele disse: “Tenho algo melhor do que pão de milho.” Essas palavras vindas dele foram surpresa para mim. Mas logo entendi o que ele quis dizer quando entrou em casa e entregou-me um pão caseiro, de canela. No papel, uma etiqueta dizia: “Obrigada pela ajuda. Estávamos precisando.” O pão havia sido feito por uma amiga e fora dado como agradecimento pela doação que tínhamos feito a uma organização de jovens.

O aniversário de Jó

Morte, divórcio e doença poderiam ser chamados de “os três fatores do sofrimento”, pois surgem como um tsunami de tristeza, evocando dúvidas e destruindo sonhos.

Mentalidade de consumo

Gosto de ler e tenho prazer em comprar livros, mas não gosto quando as editoras se referem a mim como “consumidor”. A palavra consumir pode significar “desfazer-se completamente” ou “gastar de forma esbanjadora”. Ela me traz à mente incêndios de florestas que acabam com a vegetação, deixando árvores e casas queimadas. Quando lemos livros, não os consumimos neste sentido, pois não deixam de existir depois que os usamos. Acontece justamente o contrário. Eles se tornam parte de nós; nos transformam.

Mantenha o fogo aceso

Os aquecedores modernos são usados para esquentar as casas em climas frios. Mas nos tempos passados, o fogo era cuidadosamente supervisionado e o suprimento de combustível era monitorado atentamente. Ficar sem ele poderia ser fatal.