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Articles by David H. Roper

Fortalecendo o coração

A academia do bairro onde me exercitei por anos fechou no mês passado, e eu precisei procurar outra. O antigo local era agradável e aconchegante, frequentado por aqueles que gostavam de socializar enquanto malhavam. Nós quase nunca nos esforçávamos. A nova academia tem aparelhos de última geração, é cheia de homens e mulheres sérios, comprometidos em alcançar um corpo escultural. Porém, eu os vejo como pessoas tensas e cansadas. Eles aparentam ser fortes, mas me questiono se o coração deles está se fortalecendo com graça.

Remando para casa

Eu gosto de Ripchip, o ratinho falante durão na série As crônicas de Nárnia de C. S. Lewis, (Ed. Martins Fontes 2005). Determinado a alcançar o “Oriente absoluto” e juntar-se ao grande leão Aslan [simbólico de Cristo], Ripchip declara sua determinação: “Enquanto eu puder, navegarei para leste no Peregrino da Alvorada. Quando ele me falhar, remarei para leste em meu barquinho de vime. Quando ele afundar, remarei para leste com minhas quatro patas. Então, quando não mais conseguir nadar, se ainda não tiver atingido o País de Aslam, afundarei com meu nariz apontando para o nascer do sol.”

Descansando e esperando

Era meio-dia. Jesus, com os pés cansados de sua longa jornada, descansava ao lado do poço de Jacó. Os discípulos haviam ido à cidade de Sicar para comprar pão. Uma mulher saiu da cidade para buscar água… e encontrou seu Messias. O relato nos diz que, ela entrou rapidamente na cidade e convidou os outros a irem ouvir “…um homem que me disse tudo quanto tenho feito…” (João 4:29).

Tempestades no horizonte

Nosso filho é pescador profissional de salmão no distante Alasca. Algum tempo atrás, ele me enviou uma foto que tirou de uma pequena embarcação a algumas centenas de metros à frente de seu barco, avançando numa passagem estreita. Nuvens de tempestade ameaçadoras surgem no horizonte. Mas um arco-íris, o sinal da providência e do cuidado amoroso de Deus, se estende de um lado ao outro dessa estreita passagem, cercando o barquinho.

Não desanime!

Eu gosto de observar os pássaros brincando; por isso, anos atrás, construí um pequeno santuário em nosso quintal para atraí-los. Durante vários meses, desfrutei da visão dos meus amigos emplumados se alimentando e sobrevoando ao redor — até um falcão achar que o meu refúgio de pássaros era a sua reserva particular de caça.

Durante o Seu tempo

Q uando o pastor sul-africano Andrew Murray visitava a Inglaterra em 1895, ele começou a sofrer a dor de uma antiga lesão nas costas. Enquanto se recuperava, sua anfitriã lhe falou de uma mulher que estava em grande dificuldade e queria saber se ele tinha algum conselho para ela. Murray lhe disse: “Dê-lhe este papel que tenho escrito para o meu próprio encorajamento. Talvez ela o considere útil.” Isso foi o que Murray escreveu:

A vista da montanha

No vale onde moro pode ser muito frio no inverno. As nuvens e o nevoeiro isolam o chão, mantendo o ar gelado sob as camadas mais quentes acima. Mas você pode subir desse vale. Há uma estrada próxima que acaba ao lado de uma montanha de 2.286 metros que se eleva nessa região. A poucos minutos de carro, você sai do nevoeiro e emerge no calor e brilho de um dia ensolarado. Você pode olhar para baixo e ver as nuvens que encobrem o vale abaixo, e vê-lo por um ponto de vista diferente.

Você tem valor

Após a morte de minha sogra, minha esposa e eu descobrimos um esconderijo de moedas de um centavo em uma gaveta da cômoda, em seu apartamento. Ela não era uma colecionadora de moedas propriamente dita, mas viveu no tempo em que elas estavam em circulação e acumulou algumas.

Guardada nos céus

Meu amigo investiu seu tempo por diversos meses reparando um velho jipe. Ele o guardava em sua garagem, com cadeado e chave para usá-lo nas redondezas. Quando chegou o Natal, pensou: Não há lugar melhor para esconder o presente de minha filha Kátia.

Orações perdidas

A manchete dizia: “Orações não respondidas — cartas a Deus jogadas no oceano foram encontradas.” Eram 300 cartas enviadas a um pastor que já havia falecido, e que tinham sido atiradas no oceano, a maioria delas sem ter sido abertas. O pastor já tinha falecido havia muito tempo. Como as cartas chegaram à beira-mar flutuando é um mistério.

Estamos vendendo tudo?

Será que nos “vendemos”, como fez Esaú? (Hebreus 12:16). Será que a sedução da riqueza, poder, prestígio, posição, segurança, estilo ou a aprovação e o elogio dos outros nos levaram a trocar as riquezas de Deus por uma simples refeição?

Presente anônimo

Anos atrás, recebi pelo correio um cilindro embalado. Era uma excelente vara de bambu com uma bobina famosa e clássica — uma engrenagem cara para pescar, que eu não teria condições de comprar. O cartão que o acompanhava simplesmente dizia: “Queria fazer algo por você”. Até hoje, não tenho a menor ideia de quem a enviou.