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Articles by David C. McCasland

Chamada para despertar!


Durante os anos em que eu viajava com frequência e ficava todas as noites numa cidade diferente, eu sempre programava o serviço de despertador quando dormia em hotéis. Além do meu alarme pessoal, eu precisava de um telefone estridente para me ajudar a sair da cama e me movimentar pela manhã.


Interrupções divinas


Os especialistas concordam que a quantidade de tempo consumida a cada dia por interrupções é inacreditável. Seja no trabalho ou em casa, um telefonema ou uma visita inesperada podem facilmente nos desviar do nosso objetivo principal.


Roupas adequadas ao clima


Ao remover a etiqueta de uma roupa de inverno, sorri ao ler nela: “AVISO: Este produto inovador fará você querer permanecer ao ar livre.” Quando se está vestido adequadamente para o clima, a pessoa pode sobreviver e até mesmo ser bem-sucedida sob duras condições climáticas.


Observe o maestro


O violinista de renome mundial, Joshua Bell, tem uma maneira incomum de liderar a orquestra que rege. Essa orquestra tem 44 membros. Em vez de conduzi-los com uma batuta, ele o faz, enquanto toca o seu Stradivarius com os outros violinistas. Bell afirmou: “Mesmo enquanto estou tocando, posso dar-lhes todos os tipos de orientação e sinais que acho que, nestas alturas, só eles entenderiam. Eles sabem por cada pequeno toque em meu violino, ou pelo levantar na minha sobrancelha, ou na maneira como manejo o arco. Eles sabem o som que eu estou procurando de toda a orquestra.”


Permanecer um pouco mais


Durante uma discussão sobre o filme da trilogia O Senhor dos Anéis, um adolescente disse que prefere suas histórias em livros ao invés de filmes. Quando perguntado o porquê, o jovem respondeu: “Com o livro, posso ler e permanecer nele o tempo que quiser.” Há algo a ser dito sobre o poder de demorar-se num livro, especialmente na Bíblia, e “viver” suas histórias.


Viver no anonimato

Jane Yolen, uma autora que aprecio muito, escreveu num renomado jornal um artigo intitulado: “Tentando ser anônimo” que guardo há muito tempo, onde ela afirma: “Os melhores escritores são os que realmente, no fundo de seus corações, aspiram ao anonimato. A história contada é importante, não necessariamente o contador de histórias.”

A história que contamos é sobre Jesus, o Salvador,…

Aquiete-se…


“Criamos mais informações nos últimos 5 anos do que em toda a história humana prévia, e estas chegam até nós o tempo todo”, A mente organizada, Daniel Levitin (Ed. Objetiva, 2015). Levitin afirma que em “certo sentido, nos tornamos viciados na hiperestimulação”, e que as constantes notícias e o conhecimento podem dominar nossa mente. No ambiente atual de bombardeio de mídia, torna-se cada vez mais difícil encontrar tempo para ficar quieto, pensar e orar.


Disponível para todos


Hoje ser celebridade é uma obsessão e há empresários que comercializam as “celebridades como produtos, vendendo o seu tempo e privacidade”. Um reconhecido jornal publicou que por 15 mil dólares, você pode encontrar-se com a cantora Shakira, e por 12 mil você e onze de seus convidados poderão almoçar com um famoso chef na propriedade dele.


Mostrando a graça


Desde que o torneio Masters de Golfe começou em 1934, apenas três jogadores tinham vencido dois anos seguidos. Em 2016, parecia que Jordan Spieth, 22 anos, se tornaria o quarto jogador a conseguir isso. Mas ele vacilou e terminou em segundo lugar neste torneio. Apesar dessa perda decepcionante, Spieth foi gentil com o campeão Danny Willett, parabenizando-o pela vitória e pelo nascimento de seu primeiro filho, algo “mais importante do que o golfe”.


Todas as gerações


Minha esposa e eu somos considerados “Baby Boomers”, e somos parte do grande número de nascimentos após a Segunda Guerra. Nossas filhas, nascidas nos anos de 1970–80, são das gerações X e Y. Crescemos em épocas tão diferentes, e não nos surpreende que nossas opiniões sejam tão divergentes!


O que trazemos de volta


John F. Burns passou 40 anos cobrindo eventos mundiais para um renomado jornal internacional. Num artigo escrito depois de sua aposentadoria em 2015, Burns lembrou-se das palavras de um amigo próximo e colega jornalista que estava morrendo de câncer. “Nunca se esqueça”, seu colega disse: “Não é o quão longe você viajou; é o que você trouxe de volta.”


Além das etiquetas


Certa igreja na minha cidade tem um cartão de boas-vindas único que capta o amor e a graça de Deus para todos. Ele diz: “Se você é: santo, pecador, perdedor, vencedor” — seguido por muitos outros termos usados para descrever as pessoas em dificuldades — “alcoólatra, hipócrita, trapaceiro, amedrontador, desajustado… Você é bem-vindo aqui.” Um dos pastores me disse: “Lemos esse cartão em voz alta juntos em nossos cultos todos os domingos.”