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Articles by David C. McCasland

O gênio do ferro-velho


Noah Purifoy começou o seu trabalho como artista “montador” com 3 toneladas de escombros recuperados a partir dos motins de 1965 na área de Watts, em 
Los Angeles, EUA. De rodas de bicicletas quebradas e bolas de boliche para pneus descartados e TV danificadas a 
produtos já inutilizáveis, ele e um colega criaram esculturas que transmitiam poderosa mensagem sobre pessoas sendo tratadas como “descartáveis” na sociedade moderna. Um jornalista referiu-se a ele como “o gênio do ferro-velho”.


Isto me traz alegria?

Marie Kondo, jovem japonesa, escreveu o livro A mágica da alegria (Ed. Sextante, 2015), sobre o descarte e a organização e já vendeu dois milhões de cópias em todo o mundo. O objetivo é ajudar as pessoas a livrarem-se de coisas desnecessárias em suas casas e armários, coisas que lhes pesam. Ela sugere que seguremos cada item e nos perguntemos: Isso me traz alegria? Se a resposta for sim, devemos mantê-lo. Se for não, descartá-lo.


Sempre sob os Seus cuidados


No dia em que nossa filha mais nova estava voando de Munique a Barcelona, visitei o meu site favorito de rastreamento de voo para seguir o seu percurso. Depois que coloquei o número do voo, o computador mostrou que já tinha atravessado a Áustria e contornava a parte norte da Itália. De lá, o avião voaria sobre o Mediterrâneo, ao sul da Riviera francesa em direção à Espanha, e estava programado para aterrissar no horário previsto. Parecia que a única coisa que eu não podia descobrir era o que os comissários de bordo estavam servindo para o almoço!


Reconstruindo


Quando Edward Klee voltou a Berlim após muitos anos de afastamento, a cidade que ele lembrava e à qual amava não estava mais lá. Ela havia mudado drasticamente — e ele também. Escrevendo na revista Hemispheres, Klee disse: “Voltar a uma cidade que você amava tende a ser uma aposta incerta… Pode ser uma decepção.” Voltar aos lugares de nosso passado pode produzir uma sensação de tristeza e perda. Já não somos mais a mesma pessoa que éramos então, nem o lugar que era tão importante em nossa vida está exatamente como era.


Nada em vão


Um consultor financeiro que conheço descreve o que acontece com os investimentos financeiros, dizendo: “Espere o melhor e esteja preparado para o pior”. Em quase todas as decisões que tomamos na vida há incertezas acerca do resultado. Contudo, há um percurso que podemos seguir, no qual, independentemente do que venha acontecer, sabemos que, no fim, não será um esforço desperdiçado.


Nada oculto


Em 2015, uma empresa de pesquisa internacional declarou haver 245 milhões de câmeras de vigilância instaladas no mundo, e esse número crescia 15% a cada ano. Além disso, milhões de pessoas com smartphones capturam imagens diárias que variam de festas de aniversário aos assaltos a bancos. Quer aplaudamos o aumento da segurança ou denunciemos a privacidade reduzida, vivemos numa sociedade global, com câmeras por todos os lugares.


Alegria para todos

No último dia de um congresso de editoras cristãs em Singapura, 280 participantes de 50 países se reuniram no pátio externo de um hotel para uma foto em grupo. Do terraço do segundo andar, o fotógrafo fez muitas fotos de diferentes ângulos antes de, finalmente, dizer: “Acabamos”. Uma voz da multidão gritou, com alívio: “Bem, alegria ao mundo!”. Imediatamente, alguém respondeu cantando: “O Senhor chegou”. Outros começaram a participar. Logo, o grupo todo estava cantando um cântico de Natal em linda harmonia. Aquela foi uma comovente demonstração de unidade e alegria de que jamais me esquecerei.

Natal no cativeiro

O destacado reverendo alemão, Martin Niemöller, passou quase 8 anos em campos de concentração nazistas por ter se oposto abertamente a Hitler. Na véspera do Natal de 1944, Niemöller disse essas palavras de esperança aos demais prisioneiros de Dachau: “Meus caros amigos, neste Natal busquemos, no Bebê de Belém, Aquele que veio a nós para suportar conosco todo fardo pesado que está sobre nós. O próprio Deus construiu uma ponte entre Ele e nós! Um alvorecer do alto nos visitou!”.

Boas-novas!

As notícias do mundo nos bombardeiam pela internet, TV, rádio etc. A maioria parece contar o que está errado — crime, terrorismo, guerra e problemas econômicos. Há, porém, momentos em que boas notícias invadem as horas mais tenebrosas de tristeza e desespero — histórias de atos desprendidos, um avanço médico ou passos para a paz em locais marcados por guerra.

O presente do encorajamento

A antiga canção de Merle Haggard, If We Make It Through December (Se chegarmos até dezembro), conta a história de um homem demitido da fábrica, sem dinheiro para comprar presentes de Natal para a sua filhinha. Embora se suponha que dezembro seja uma época alegre do ano, sua vida parece sombria e fria.

Estou rico!

Talvez você tenha visto um comercial de TV no qual uma pessoa atende à porta e alguém lhe dá um cheque de uma enorme quantia de dinheiro. Então, o surpreso destinatário começa a gritar, dançar, pular e abraçar todos à sua volta. “Ganhei! Estou rico! Não acredito! Meus problemas estão resolvidos!”. Ficar rico evoca uma enorme reação emocional.

“Desenviar” e-mails

V ocê já enviou um e-mail e, depois, percebeu que ele foi para a pessoa errada ou continha palavras ásperas e nocivas? Se você pudesse apertar uma tecla e interromper o envio. Bem, agora pode. Várias empresas oferecem uma função que lhe dá um breve tempo após o envio de um e-mail para impedir que ele saia do seu computador. Após isso, o e-mail é como uma palavra dita, que não pode ser recolhida. Em vez de ser vista como uma cura para tudo, uma função “desenviar” deve nos lembrar de que é extremamente importante tomar cuidado com o que dizemos.