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Articles by David C. McCasland

Boas-novas!

As notícias do mundo nos bombardeiam pela internet, TV, rádio etc. A maioria parece contar o que está errado — crime, terrorismo, guerra e problemas econômicos. Há, porém, momentos em que boas notícias invadem as horas mais tenebrosas de tristeza e desespero — histórias de atos desprendidos, um avanço médico ou passos para a paz em locais marcados por guerra.

O presente do encorajamento

A antiga canção de Merle Haggard, If We Make It Through December (Se chegarmos até dezembro), conta a história de um homem demitido da fábrica, sem dinheiro para comprar presentes de Natal para a sua filhinha. Embora se suponha que dezembro seja uma época alegre do ano, sua vida parece sombria e fria.

Estou rico!

Talvez você tenha visto um comercial de TV no qual uma pessoa atende à porta e alguém lhe dá um cheque de uma enorme quantia de dinheiro. Então, o surpreso destinatário começa a gritar, dançar, pular e abraçar todos à sua volta. “Ganhei! Estou rico! Não acredito! Meus problemas estão resolvidos!”. Ficar rico evoca uma enorme reação emocional.

“Desenviar” e-mails

V ocê já enviou um e-mail e, depois, percebeu que ele foi para a pessoa errada ou continha palavras ásperas e nocivas? Se você pudesse apertar uma tecla e interromper o envio. Bem, agora pode. Várias empresas oferecem uma função que lhe dá um breve tempo após o envio de um e-mail para impedir que ele saia do seu computador. Após isso, o e-mail é como uma palavra dita, que não pode ser recolhida. Em vez de ser vista como uma cura para tudo, uma função “desenviar” deve nos lembrar de que é extremamente importante tomar cuidado com o que dizemos.

O décimo-segundo homem

No estádio de futebol de uma universidade americana há uma placa que diz: “LAR DO 12.º HOMEM”. Embora cada time possa ter 11 jogadores em campo, o 12.º homem representa a presença de milhares de alunos que ficam de pé durante o jogo todo, para incentivar o seu time. Essa tradição remonta a 1922, quando o técnico, de então, chamou um aluno da arquibancada para vestir-se e estar pronto para substituir um jogador machucado. Embora ele nunca tenha entrado no jogo, sua presença na lateral do campo incentivou fortemente o time.

Conduzindo com amor

Em seu livro Liderança espiritual (Publicações Pão Diário, 2017), J. Oswald Sanders explora as qualidades e a importância de tato e diplomacia. Diz ele: “A combinação dessas duas palavras traz à tona a ideia de ser hábil na reconciliação de pontos de vista opostos sem causar ofensa e sem abrir mão dos princípios.”

O paciente que orava

O obituário de um homem de minha cidade, o descreveu como “acima de tudo, uma dedicada testemunha de Cristo”. Após a narração sobre a sua vida familiar e carreira, o artigo mencionava quase uma década de sua saúde em declínio. Ele concluía dizendo: “Suas internações hospitalares … lhe garantiram o honroso título de ‘O paciente que orava’”, devido ao seu ministério a outros pacientes. Ali estava um homem que, em seus tempos de angústia, orava por e com as pessoas necessitadas ao seu redor.

Direto do coração

Em muitas culturas, chorar alto, lamuriar-se e rasgar as vestes são modos aceitáveis de lamentar uma tristeza pessoal ou uma grande calamidade nacional. Para o povo de Israel do Antigo Testamento, manifestações semelhantes expressavam profundo pesar e arrependimento por se afastarem do Senhor.

Segurando a cruz

Em 1856, o grande pregador Charles Spurgeon, de Londres, fundou uma “Faculdade de Pastores” a fim de treinar homens para o ministério cristão. Em 1923, foi renomeado como Universidade Spurgeon. O brasão atual da faculdade mostra uma mão segurando uma cruz e as palavras em latim: Et Teneo, Et Teneor, que significam: “Seguro e sou segurado”. Em sua autobiografia, Spurgeon escreveu: “Esse é o lema de nossa faculdade. Empunhamos a Cruz de Cristo com mão audaz porque essa Cruz nos mantêm firmes por seu poder de atração. Desejamos que todo o homem possa permanecer na Verdade e ser fortalecido por ela; especialmente a verdade do Cristo crucificado.”

Os lembretes de Deus

Meu amigo Bob Horner se refere a Jesus como “o Mestre dos Lembretes”. E isso é bom, porque somos muito indecisos e esquecidos. Independentemente da frequência com que Jesus supria as necessidades das pessoas que o procuravam, quando Ele estava aqui na Terra, Seus primeiros discípulos temeram ser, de algum modo, abandonados com necessidades. Mesmo após testemunharem milagres, eles não compreendiam o significado maior daquilo que o Senhor desejava que eles se lembrassem.

Orando por você hoje

Q uando enfrentamos uma situação desconcertante ou um problema difícil, geralmente pedimos a nossos irmãos em Cristo que orem por nós. É um grande encorajamento saber que outros se preocupam e nos colocam diante de Deus em oração. Mas e se você não tem amigos próximos que sejam cristãos? Talvez você more onde o evangelho de Cristo seja rejeitado. Quem vai orar por você?

Palavras para o cansado

A lguns dias após seu pai morrer, C. S. Lewis, que estava com 30 anos, recebeu uma carta da mulher que havia cuidado da sua mãe enferma, até ela vir a falecer, duas décadas antes. A mulher oferecia seus sentimentos pela perda do pai dele, perguntando-lhe se ele se lembrava dela. “Minha querida enfermeira Davison,” eles respondeu. “Se me lembro de você? Mas é claro que sim.”