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Articles by David C. McCasland

Ele entende e se importa


Quando lhe foi perguntado se ele achava que a ignorância e a apatia eram problemas na sociedade moderna, o homem brincou: “Não sei e não me importo.”


Uma jornada de fé


Desde sua primeira publicação em 1880, o romance Ben-Hur: um conto sobre Cristo, de Lew Wallace, nunca ficou fora do catálogo. É considerado o livro cristão mais influente do século 19, e sempre atrai novos leitores, uma vez que tece a verdadeira história de Jesus com a de um fictício jovem e nobre judeu chamado Ben-Hur.


Sua Palavra é a última


Dawson Trotman foi um líder cristão dinâmico e fundador da missão Os Navegadores. Ele sempre enfatizou a importância da Bíblia na vida de cada cristão. Trotman terminou cada dia com uma prática que chamou de “Sua Palavra, a última palavra”. Antes de dormir, ele meditava sobre um versículo ou passagem, e, em seguida, orava sobre a influência da Palavra de Deus em sua vida. Ele queria que as últimas palavras de cada dia viessem da Palavra de Deus.


O maior dos convites


Recentemente, recebi vários convites via e-mail. Alguns 
convidando-me a participar de seminários “grátis” sobre a aposentadoria, imóveis e seguros de vida que foram imediatamente descartados. Mas o convite para uma reunião em homenagem a um amigo de longa data me fez responder imediatamente: “Sim! Aceito. Convite + Desejo = Aceitação”.


Correr e descansar


O título me chamou a atenção: “Os dias de descanso são importantes para os corredores.” O artigo de um ex-corredor de montanha enfatizou um princípio que os atletas dedicados, por vezes, ignoram: — o corpo precisa de tempo e descanso para se reconstruir após o exercício. “Fisiologicamente, as adaptações que ocorrem como resultado do treinamento só acontecem durante o repouso, o que significa que o descanso é tão importante quanto os treinos.”


Depois de você


Em algumas culturas espera-se que o mais jovem permita que o mais idoso entre primeiro num recinto. Em outras, a pessoa mais importante ou de hierarquia maior. Não importam quais sejam as tradições, há momentos em que temos dificuldade para permitir que alguém escolha primeiro em questões importantes, especialmente, quando o privilégio, legitimamente, nos pertence.


SOS! Socorro! Mayday!


O sinal de socorro internacional “Mayday” é repetido sempre três vezes em seguida “Mayday, Mayday, Mayday” e assim, entende-se que a situação envolve risco de morte. Essa palavra data de 1923 por Frederick Stanley Mockford, oficial de rádio num aeroporto da Inglaterra. Esse local recebia muitos voos de Paris. Essa palavra ou expressão foi cunhada da palavra francesa m’aidez que significa “me ajude”.


Um de nós


No culto memorial para Charles Schulz (1922–2000), criador da tira cômica Peanuts, sua amiga, a cartunista Cathy Guisewite, falou sobre a sua humanidade e compaixão. “Ele deu a todos nós os personagens que sabiam exatamente como todos nós nos sentimos, que nos fizeram sentir que nunca estávamos sozinhos. Em seguida, ele se entregou a nós e nos fez sentir que nós nunca estávamos sozinhos. Ele nos encorajou. Ele tinha empatia e nos fez sentir que era exatamente como nós.”


Todo o coração!


Calebe era uma pessoa “dedicada”. Ele e Josué fizeram parte da equipe de reconhecimento de 12 homens que foi espiar a Terra Prometida e trouxeram o relatório a Moisés e ao povo. Calebe disse: “…Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (13:30). Mas dez espias duvidaram de que seriam bem-sucedidos. Apesar das promessas de Deus, eles viram apenas os obstáculos (vv.31-33).


O evangelho viral


O projeto Textos virais na Universidade Northeastern, em Boston, EUA, está estudando como o conteúdo impresso em 1800 se espalhou pelos jornais, a rede de mídia social daquela época. Se um artigo foi reimpresso 50 vezes ou mais, eles o consideram “viral” para a era industrial. Escrevendo na revista Smithsonian, Britt Peterson observou que um artigo de notícias do século 19 descreve que os cristãos foram executados por sua fé, e que isso apareceu em pelo menos 110 publicações diferentes.


O gênio do ferro-velho


Noah Purifoy começou o seu trabalho como artista “montador” com 3 toneladas de escombros recuperados a partir dos motins de 1965 na área de Watts, em 
Los Angeles, EUA. De rodas de bicicletas quebradas e bolas de boliche para pneus descartados e TV danificadas a 
produtos já inutilizáveis, ele e um colega criaram esculturas que transmitiam poderosa mensagem sobre pessoas sendo tratadas como “descartáveis” na sociedade moderna. Um jornalista referiu-se a ele como “o gênio do ferro-velho”.


Isto me traz alegria?

Marie Kondo, jovem japonesa, escreveu o livro A mágica da alegria (Ed. Sextante, 2015), sobre o descarte e a organização e já vendeu dois milhões de cópias em todo o mundo. O objetivo é ajudar as pessoas a livrarem-se de coisas desnecessárias em suas casas e armários, coisas que lhes pesam. Ela sugere que seguremos cada item e nos perguntemos: Isso me traz alegria? Se a resposta for sim, devemos mantê-lo. Se for não, descartá-lo.