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Articles by David C. McCasland

Olhar à frente

Q uando o grande pintor holandês Rembrandt morreu inesperadamente aos 63 anos, uma pintura inacabada foi encontrada em seu cavalete. Ela retrata bem a emoção de Simeão ao segurar o bebê Jesus quando Ele foi levado ao templo de Jerusalém, 40 dias após o Seu nascimento. No entanto, o cenário e os detalhes habituais permanecem inacabados. Alguns especialistas em arte acreditam que Rembrandt pressentia que o fim de sua vida estava próximo e — como Simeão — estava pronto para despedir-se (Lucas 2:29).

Solidão e serviço

O comediante Fred Allen disse: “Uma celebridade é uma pessoa que trabalha duro toda a sua vida para se tornar conhecida e, depois, usa óculos escuros para evitar ser reconhecida.” Frequentemente, a fama traz perda de privacidade com um inexorável frenesi de atenção.

Quando restam perguntas

Em 2014, uma nave experimental em teste se desintegrou e caiu em área deserta. O copiloto morreu; o piloto sobreviveu milagrosamente. Os investigadores logo determinaram o que acontecera, mas não o porquê. O título de um artigo de jornal começava com: “Restam perguntas.”

Segure-se!

Um amigo meu, vaqueiro criado numa fazenda do interior, tem vários provérbios pitorescos. Um dos meus favoritos é: “Não é preciso muita água para fazer um bom café.” E quando alguém laça um boi grande demais para lidar ou está com algum tipo de problema, meu amigo grita: “Segure tudo o que você tem!”, significando “A ajuda está a caminho! Não solte!”

Todos os Seus benefícios

Uma dificuldade recorrente em nossa jornada da vida é nos tornarmos tão focados no que precisamos no momento, que nos esquecemos do que já temos. Lembrei-me disso quando o coral de nossa igreja cantou um belo hino baseado em Salmo 103. “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios” (v.2). O Senhor nos perdoa, cura, redime, provê, satisfaz e renova (vv.4,5). Como poderíamos esquecer isso? Contudo, frequentemente o fazemos quando os acontecimentos da vida diária desviam nossa atenção para necessidades prementes e imediatas, falhas recorrentes e circunstâncias que parecem fora de controle.

Um verdadeiro Natal

Uma citação no guia de celebrações para a época natalina, em nossa igreja, levou-me a refletir sobre o meu modo de ver o Natal:

Fatos da vida

Parece que a maioria das nossas lutas referem-se a querer algo que não temos ou a possuir algo que não queremos. Nossos mais profundos anseios e nossos maiores desafios estão profundamente enraizados em tentar ver a mão de Deus nesses dois fatos da vida. É exatamente ali que começa o relato de Lucas a respeito do nascimento de Jesus.

Natal triste

Um número crescente de igrejas está celebrando anualmente o culto do Natal, respeitando, em especial, os que enfrentam sofrimento e perdas. A ênfase na alegria e regozijo nessa época do ano muitas vezes faz as pessoas que estão lidando com tristezas intensas se sentirem ainda pior.

Colheita celestial

O hino “Vinde, Povo de Deus” escrito em 1844 por Henry Alford (HA) muitas vezes é cantado nos cultos cristãos nas datas dos festejos de ações de graças. Ele começa com gratidão a Deus pelas colheitas reunidas com segurança antes do inverno. Mas há mais do que gratidão pela recompensa da terra. O hino termina destacando a “colheita” de Deus de Seu povo, quando Cristo voltar:

Perdendo um amigo

Quando em 2005, os ônibus vermelhos de duplo convés, de Londres, foram retirados do serviço regular, muitas pessoas acharam que haviam perdido um amigo. Esses ônibus haviam oferecido um serviço de confiança por 51 anos, e eram populares entre os usuários devido ao fácil acesso de entrada e saída. Alguns dos antigos ônibus ainda são utilizados em duas rotas de turismo, mas no restante da cidade, já não circulam mais.

Treinando para a vida

Quando Dean Karnazes completou a maratona de quase 40 quilômetros, na cidade de Nova Iorque, em 2006, ele marcou o término de uma façanha quase impossível: perseverança. Ele já havia participado de 50 maratonas, em 50 estados e em 50 dias. A resistência excepcional desse atleta incluiu 563 quilômetros contínuos: ciclismo em montanhas por 24 horas seguidas e o cruzamento da baía de São Francisco a nado. Esse nível de performance requer treinamento rígido e dedicado.

Estrada tranquila

Viajando de carro para a minha cidade, deixei a estrada principal e segui por uma via secundária, atravessando as montanhas. No final daquela tarde, dirigi lentamente, parando algumas vezes para apreciar as paisagens e as últimas cores do outono. A jornada não me levou rapidamente ao meu destino, mas serviu para restaurar a minha alma.