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Articles by Dave Branon

Os interesses dos outros


Meu amigo Jaime trabalha para uma corporação internacional. Nos primeiros dias nessa companhia, um homem veio à sua mesa, iniciou uma conversa, e perguntou-lhe o que ele fazia ali. Após contar-lhe sobre o seu trabalho, Jaime perguntou o seu nome. —Ricardo, respondeu ele. —Prazer em conhecê-lo, disse Jaime. —E o que o senhor faz por aqui? —Oh, sou o dono.


Um “Novo homem”


Quando um grupo de adolescentes visitou uma casa para os idosos, uma jovem notou um homem solitário que parecia ter muito pouco neste mundo, nada além de uma cama para dormir e da qual não podia sair devido a sua deficiência.


“Estou muito assustada”


“Estou realmente com medo.” Esta foi a nota comovente de uma adolescente postada aos amigos, quando ela lhes contou sobre alguns exames médicos que faria. Estava hospitalizada para uma série de procedimentos numa cidade a três horas de sua casa e esperava ansiosa, enquanto os médicos tentavam descobrir a origem de alguns sérios problemas de saúde que enfrentava.


Aqui para servir


Era hora de nossa igreja empossar um novo grupo de líderes. Para simbolizar seus papéis como líderes de servos, os diáconos da igreja participaram de uma memorável cerimônia de lavagem de pés. Cada um dos líderes — incluindo o pastor — lavou os pés uns dos outros enquanto a congregação os observava.


Semelhantes


Dizem que todos nós temos um sósia, alguém que se parece muito conosco.


Cantando com Violeta


Uma idosa chamada Violeta sentou-se em sua cama numa enfermaria jamaicana e sorriu quando alguns adolescentes pararam para visitá-la. O ar quente, pegajoso, do meio-dia entrou em seu aposento, mas ela não reclamou. Em vez disso, ela começou a buscar em sua mente uma canção para entoar. E um enorme sorriso surgiu ao cantar: “Estou correndo, pulando, saltando, louvando ao Senhor!” Enquanto cantava, balançava os braços para frente e para trás como se estivesse correndo. Lágrimas vieram aos que estavam ao seu redor, pois Violeta não tinha pernas. Ela estava cantando porque, ela mesmo disse, “Jesus me ama e no céu vou ter pernas para correr.”


Aprender a língua


Eu estava numa pequena igreja da Jamaica e disse em meu melhor dialeto local, “Wah Gwan, Jamaica?” A reação foi melhor do que eu esperava, com os sorrisos e aplausos que recebi em troca.


Coração compassivo


Fomos em 7 pessoas assistir a um show musical num parque lotado. Para sentarmos juntos, tentamos nos espremer numa fila de cadeiras. Mas, enquanto nos acomodávamos, uma mulher se esgueirou entre nós. Sue, minha esposa lhe disse que queríamos sentar juntos, mas ela lhe respondeu: “Que pena”, e sentou-se junto aos seus dois companheiros.


Não sou eu


Nas férias, deixei de lado o aparelho de barbear. As reações dos amigos e colegas em sua maioria foram elogiosas. Um dia, porém, frente ao espelho, decidi: “Esse, não sou eu.” E apelei para o barbeador.


Suposições


Mesmo após todos esses anos, depois de perder Melissa, aos 17 anos, num acidente de carro em 2002, às vezes, me vejo entrando no mundo das suposições. É fácil, no luto, repensar sobre os acontecimentos daquela trágica noite e pensar em fatores que, se reorganizados a teriam trazido em segurança para casa.


Abandone tudo


Quando jogava basquetebol no time da universidade, no início de cada temporada eu tomava a decisão consciente de entrar naquele ginásio e me dedicar totalmente ao meu treinador — fazer tudo o que ele me pedisse para fazer.


Velho, mas novo


Em 2014, um sumidouro se abriu sob um museu de carros antigos, engolindo oito carros esportivos Chevrolet Corvette, antigos e insubstituíveis. Os automóveis ficaram muito danificados — alguns, sem chance de conserto.