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Articles by Bill Crowder

Lembretes sonoros

A torre do relógio de Westminster, que contém o sino conhecido como Big Ben, é um marco icônico de Londres, Inglaterra. Tradicionalmente, acredita-se que a melodia dos sinos da torre foi tomada da sinfonia do Messias de Händel: “Eu sei que o meu Redentor vive.” Com o tempo foi acrescentada a letra e colocada em exposição na sala do relógio:

Morrer para viver

No lugar em que moro temos invernos com muita neve, e é necessário colocar sal nas ruas para se viajar com segurança. O problema é que o sal corrói o metal dos carros. Por isso, lavar os carros frequentemente é um ritual do inverno.

Fazer o bem

José era um militar de confiança, e chegou à posição de coronel das forças especiais no exército de seu país. Isso lhe trouxe grandes oportunidades, para o bem e para o mal.

Sofrimento devastador

No dia 4 de novembro de 1970, um acidente de avião tirou a vida da maioria dos participantes do time de futebol de uma universidade norte-americana, da equipe técnica e de muitos líderes daquela comunidade. Perderam-se 75 vidas nesse desastre. Duas pessoas que perderam seus entes queridos foram Paul Griffen e Annie Cantrell. Suas histórias se entrelaçaram porque o filho de Griffen era o noivo de Annie. No ano em que o jovem morreu, a vida deles mergulhou numa dor que parecia insuportável. Por quê? Porque, como Griffen disse a Annie, no filme que representou essa tragédia, “O sofrimento é devastador.”

Esperança em Deus

Olhando as praias ocidentais do Sri Lanka, tive dificuldades em imaginar que um havia acontecido ali alguns meses antes. O mar estava calmo e bonito, os casais caminhavam sob o sol e as pessoas estavam ocupadas com seus afazeres — tudo aparentava normalidade, para a qual eu não estava preparado. O impacto do desastre ainda estava lá, mas no fundo dos corações e mentes dos que sobreviveram. O trauma não seria esquecido tão facilmente.

Palavra oportuna

Em Liverpool, Inglaterra, na véspera do Torneio Aberto da Grã-Bretanha de 2006, um jogador de golfe estava encrencado. No dia seguinte, ele começaria o torneio, sem saber exatamente o que estava lhe causando os problemas em campo.

Lentes quebradas

Comecei a usar óculos aos dez anos. Eles ainda continuam a ser uma necessidade, porque meus olhos de 60 e poucos anos estão perdendo a batalha contra o tempo. Quando jovem, eu achava chato ter de usá-los — especialmente quando praticava esportes. Certa vez, as lentes de meus óculos quebraram enquanto eu jogava futebol. Demorou algumas semanas até eu receber outras. Durante aquele período, eu enxergava tudo de forma embaçada e distorcida.

Semeadura e colheita

Naquele momento, eu parecia suficientemente inocente, pois tinha acabado de chegar da escola, e dissera para minha mãe que iria à casa de um amigo jogar futebol. Ela insistiu para que eu ficasse em casa e fizesse meus deveres escolares. Mas, em vez disso, saí pela porta dos fundos e passei as duas horas seguintes jogando no quintal de meu amigo. Na última jogada, no entanto, me derrubaram e quebrei o meu dente da frente. Quase enlouqueci de dor, mas o pior foi contar aos meus pais o que tinha ocorrido.

Fazendo uma obra-prima

Uma das lembranças mais remotas que tenho de meu pai é a de que ele gostava de fazer pinturas em espaços pré-numerados. A tela era grande, mas os segmentos numerados, de cores pré-determinadas, eram bem pequenos. Papai sentava em sua cadeira por horas, no porão de casa, trabalhando meticulosamente, com o quadro à sua frente e uma xícara de café ao lado.

Silêncio, por favor!

Recentemente, o surgimento de aparelhos digitais de música trouxe uma preocupação com relação à perda da audição. Esses aparelhos de som e fones de ouvidos têm sido alvo de reclamações e processos judiciais. A exposição prolongada à musica em volume alto demonstrou ser a causa de sérias deficiências auditivas. De certa forma, ouvir volume alto demais pode resultar em incapacidade no ouvir.

Viajantes cansados

Depois de uma longa jornada desde que tínhamos saído de Hong Kong, que envolvera uma parada de sete horas, mais três horas de atraso, chegamos ao aeroporto de Chicago, EUA. Perdemos o último voo para o nosso destino por apenas 20 minutos. A companhia aérea nos providenciou quartos de hotel. Quando chegamos à recepção, acho que parecíamos muito esgotados para as pessoas que trabalhavam ali. Um dos empregados olhou para nós, sacudiu a cabeça e disse: “Viajantes cansados.” O comentário me pareceu apropriado, depois de dois dias difíceis de viagem.