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Articles by Bill Crowder

Sofrimento devastador

No dia 4 de novembro de 1970, um acidente de avião tirou a vida da maioria dos participantes do time de futebol de uma universidade norte-americana, da equipe técnica e de muitos líderes daquela comunidade. Perderam-se 75 vidas nesse desastre. Duas pessoas que perderam seus entes queridos foram Paul Griffen e Annie Cantrell. Suas histórias se entrelaçaram porque o filho de Griffen era o noivo de Annie. No ano em que o jovem morreu, a vida deles mergulhou numa dor que parecia insuportável. Por quê? Porque, como Griffen disse a Annie, no filme que representou essa tragédia, “O sofrimento é devastador.”

Esperança em Deus

Olhando as praias ocidentais do Sri Lanka, tive dificuldades em imaginar que um havia acontecido ali alguns meses antes. O mar estava calmo e bonito, os casais caminhavam sob o sol e as pessoas estavam ocupadas com seus afazeres — tudo aparentava normalidade, para a qual eu não estava preparado. O impacto do desastre ainda estava lá, mas no fundo dos corações e mentes dos que sobreviveram. O trauma não seria esquecido tão facilmente.

Palavra oportuna

Em Liverpool, Inglaterra, na véspera do Torneio Aberto da Grã-Bretanha de 2006, um jogador de golfe estava encrencado. No dia seguinte, ele começaria o torneio, sem saber exatamente o que estava lhe causando os problemas em campo.

Lentes quebradas

Comecei a usar óculos aos dez anos. Eles ainda continuam a ser uma necessidade, porque meus olhos de 60 e poucos anos estão perdendo a batalha contra o tempo. Quando jovem, eu achava chato ter de usá-los — especialmente quando praticava esportes. Certa vez, as lentes de meus óculos quebraram enquanto eu jogava futebol. Demorou algumas semanas até eu receber outras. Durante aquele período, eu enxergava tudo de forma embaçada e distorcida.

Semeadura e colheita

Naquele momento, eu parecia suficientemente inocente, pois tinha acabado de chegar da escola, e dissera para minha mãe que iria à casa de um amigo jogar futebol. Ela insistiu para que eu ficasse em casa e fizesse meus deveres escolares. Mas, em vez disso, saí pela porta dos fundos e passei as duas horas seguintes jogando no quintal de meu amigo. Na última jogada, no entanto, me derrubaram e quebrei o meu dente da frente. Quase enlouqueci de dor, mas o pior foi contar aos meus pais o que tinha ocorrido.

Fazendo uma obra-prima

Uma das lembranças mais remotas que tenho de meu pai é a de que ele gostava de fazer pinturas em espaços pré-numerados. A tela era grande, mas os segmentos numerados, de cores pré-determinadas, eram bem pequenos. Papai sentava em sua cadeira por horas, no porão de casa, trabalhando meticulosamente, com o quadro à sua frente e uma xícara de café ao lado.

Silêncio, por favor!

Recentemente, o surgimento de aparelhos digitais de música trouxe uma preocupação com relação à perda da audição. Esses aparelhos de som e fones de ouvidos têm sido alvo de reclamações e processos judiciais. A exposição prolongada à musica em volume alto demonstrou ser a causa de sérias deficiências auditivas. De certa forma, ouvir volume alto demais pode resultar em incapacidade no ouvir.

Viajantes cansados

Depois de uma longa jornada desde que tínhamos saído de Hong Kong, que envolvera uma parada de sete horas, mais três horas de atraso, chegamos ao aeroporto de Chicago, EUA. Perdemos o último voo para o nosso destino por apenas 20 minutos. A companhia aérea nos providenciou quartos de hotel. Quando chegamos à recepção, acho que parecíamos muito esgotados para as pessoas que trabalhavam ali. Um dos empregados olhou para nós, sacudiu a cabeça e disse: “Viajantes cansados.” O comentário me pareceu apropriado, depois de dois dias difíceis de viagem.

Capaz de esquecer?

Num dia frio e sombrio, participei do funeral de um amigo e ao lembrarmos as virtudes do falecido, a viúva começou a soluçar em voz alta. Nesse ponto, o pastor lhe disse algo aparentemente estranho para consolá-la: “Tudo bem. Um dia você vai esquecer.”

Som das sirenes

Enquanto eu assistia um jogo de futebol no colégio do meu filho, a tarde relativamente calma e normal de setembro foi interrompida pelo som alarmante das sirenes. Aquele ruído estridente parecia fora de contexto num momento de tanto prazer. Geralmente uma sirene significa que “alguém está indo para a emergência” ou “alguém está indo para a prisão”. E é verdade. Em qualquer um dos casos, o dia da pessoa que estiver envolvida com aquele som — talvez até mesmo algum funcionário da polícia civil ou do resgate — tenha simplesmente piorado.

Noite

Elie Weisel, em seu interessante e conturbado livro A Noite (Texto Editores, 2012), descreve suas experiências de menino quando foi uma das inúmeras vítimas do Holocausto. Arrancado de casa e separado de sua família, exceto de seu pai (que morreu mais tarde, nos campos de concentração), Weisel sofreu uma noite escura em sua alma, como poucos hão de experimentar. Suas ideias e…

Manuseie com cuidado

Visitei Jacarta, na Indonésia, quando fui convidado como palestrante de uma conferência bíblica numa igreja daquela cidade. Antes do início do primeiro culto pela manhã, um dos anciãos locais pediu-me que lhe desse a minha Bíblia. Ele explicou que os anciãos eram responsáveis pela confiabilidade dos ensinamentos que eram dados à congregação, e que ele devolveria a minha Bíblia diante de…