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Articles by Bill Crowder

Comunicação clara

Viajando pela Ásia, meu iPad (com material de leitura e documentos de trabalho) “morreu” repentinamente; uma condição descrita como “a tela preta da morte”. Busquei ajuda numa loja de informática e tive outro problema. Não falo chinês e o técnico da loja não falava inglês. A solução? Ele pegou um software no qual ele digitava em chinês e eu lia em inglês. O processo se invertia quando eu escrevia em inglês e ele lia em chinês. Pudemos nos comunicar claramente, mesmo em diferentes idiomas.

Mar de lágrimas

Uma placa intitulada “mar de lágrimas” lembra aqueles que enfrentaram o Oceano Atlântico para escapar da morte durante a catastrófica fome da batata irlandesa no final da década de 1840. Mais de um milhão de pessoas morreram nessa tragédia, e outro milhão ou mais abandonaram sua casa para cruzar o oceano, o que John Boyle O’Reilly poeticamente chamou de “um mar de lágrimas”. Impulsionados pela fome e mágoas, eles procuravam alguma esperança em meio ao desespero.

Sendo consumido

No livro O Chamado, Os Guinness descreve o momento que Winston Churchill, de férias com os amigos, sentou-se perto da lareira numa noite fria. Olhando para o fogo, o ex-primeiro-ministro britânico viu toras de pinheiro “crepitando, sibilando e cuspindo enquanto queimavam. De repente, sua voz familiar resmungou: ‘Eu sei por que as toras cospem. Sei o que é ser consumido’”.

Carregando o fardo dos erros

Em janeiro de 2018, quase 38 anos após sua condenação, Malcolm Alexander saiu da cadeia. A evidência de DNA o inocentou. Ele sempre afirmou a sua inocência em meio aos processos tragicamente injustos. Um advogado de defesa incompetente, evidências fracas e táticas investigativas duvidosas colocaram um inocente na prisão por quase quatro décadas. Ao ser liberto, porém, Alexander demonstrou muita bondade dizendo: “Não dá para sentir raiva. Não há tempo suficiente para isso”.

Posicionando-se com coragem

Enquanto a maioria dos líderes da igreja alemã se rendeu a Hitler, o teólogo e pastor Martin Niemöller esteve entre os que resistiram ao nazismo. Li uma história que descrevia como, na década de 1970, um grupo de alemães mais idosos ficou do lado de fora de um hotel enquanto alguém que parecia ser um jovem arranjava a bagagem do grupo. Alguém lhes perguntou quem eram. “Pastores alemães”, veio a resposta. “E o jovem?” “É Martin Niemöller. Tem 80 anos, mas permaneceu jovem por ser destemido.”

A maior missão de resgate

Em 1952, uma tempestade violenta avariou o petroleiro SS Pendleton a 16 km da costa de Massachusetts, EUA. Mais de 40 marinheiros ficaram presos na popa do navio que afundava em meio a ventos intensos e ondas violentas.

Um lugar seguro

Meus irmãos e eu fomos criados perto duma encosta arborizada que era uma paisagem fértil para a nossa imaginação. Balançando em cipós como Tarzan ou construindo casas na árvore como a Família Robinson, nós fingíamos que eram os cenários das histórias que líamos e dos filmes que assistíamos. Gostávamos de construir fortalezas e fingir que estávamos a salvo dos ataques. Anos depois, meus filhos construíram seus fortes com cobertores, lençóis e travesseiros para ter o seu “refúgio” contra os inimigos imaginários. Parece instintivo querermos um esconderijo onde nos sintamos seguros e protegidos.

Distrações perigosas


Sigismund Goetze chocou seus conterrâneos ao retratar Jesus condenado e sofrendo, cercado por pessoas da própria geração do pintor. Elas estavam tão consumidas por seus próprios interesses: negócios, romance, política, que se mostravam indiferentes ao sacrifício do Salvador. Pessoas indiferentes a Cristo, como a multidão que se aglomerara aos pés da cruz de Jesus, sem ideia do que, ou quem, estavam ignorando.


O grande clímax

Aprendi com meus pais a amar todos os tipos de música, do country ao clássico. Assim, meu coração acelerou quando entrei no Conservatório de Moscou, um dos grandes teatros da Rússia, para ouvir a Sinfônica Nacional. À medida que o maestro conduzia os músicos numa bela obra de Tchaikovsky, os temas atingiam gradualmente um profundo e dramático clímax musical. Nesse momento mágico, o público levantou-se para aplaudir em aprovação.


Oposição corajosa

Teresa Prekerowa era adolescente quando os nazistas invadiram a Polônia no início da Segunda Guerra Mundial. Era o início do Holocausto. Presos pelos nazistas, os judeus começaram a desaparecer. Assim, ela e outros poloneses arriscaram a vida para resgatar esses judeus do gueto de Varsóvia e do expurgo nazista. Teresa se tornou uma das principais historiadoras da guerra e do Holocausto, mas foi sua coragem contra a maldade que a colocou na lista dos Justos entre as Nações do Memorial Yad Vashem em Jerusalém.


O que há em um nome?

O pregador metodista “Gip” Hardin escolheu para o filho o nome do famoso pregador John Wesley, projetando suas aspirações e esperanças para o bebê. Mas, John Wesley Hardin escolheu um caminho diferente. Alegando ter matado 42 homens, Hardin tornou-se um dos pistoleiros mais conhecidos do Velho Oeste no fim dos anos de 1800.


Jardim do céu

Em Londres, um amigo organizou para que eu e minha esposa fizéssemos uma visita ao Sky Garden. No topo de um edifício de 35 andares, o jardim é uma redoma de vidro repleta de plantas, árvores e flores. Mas a altura chamou a nossa atenção. Do alto de mais de 150 metros, admiramos a Catedral St. Paul, a Torre de…