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Articles by Arthur Jackson

Graça no final

A escultura Ruthless Trust (Confiança inabalável) de Doug Merkey apresenta uma pessoa em bronze agarrando-se desesperadamente a uma cruz feita de madeira de nogueira. Ele a descreve: “É uma expressão muito simples de nossa postura firme e apropriada para a vida: intimidade e dependência total e irrestrita em Cristo e no evangelho”.

Produzindo até o fim

Lenore Dunlop era lúcida aos 94 anos. Seu sorriso era brilhante e muitos sentiam seu amor contagiante por Jesus. Era comum encontrá-la na companhia dos jovens da igreja e sua presença e participação traziam alegria e encorajamento. Sua vida era tão vibrante que sua morte nos pegou desprevenidos. Como corredora poderosa, ela cruzou a linha de chegada. Sua energia e zelo eram tais que, poucos antes de morrer, ela completara um curso de 16 semanas sobre levar a mensagem de Jesus ao redor do mundo.

Orações duradouras

“Orações são imortais”. Essas palavras de E. M. Bounds (1835–1913) chamam atenção aos seus escritos sobre a oração e inspiram a muitos por gerações. Seus comentários sobre o poder e a natureza duradoura de nossas orações continuam com estas palavras: “Os lábios que as proferiram podem estar fechados à morte, o coração que as sentiu pode ter cessado de bater, mas as orações vivem diante de Deus e o Seu coração está posto nelas. Elas sobrevivem à vida dos que as proferiram; a uma geração, a uma idade e a um mundo”.

Faça o que diz

Bruno, apesar de preparado para ajudar no casamento de seu irmão, não compareceu. Os familiares ficaram desapontados, incluindo sua irmã Jasmine, que nessa ocasião leu a passagem bíblica sobre o amor em 1 Coríntios 13. Mas passado o casamento, quando o pai lhe pediu que entregasse um presente de aniversário para Bruno, ela hesitou, pois achou mais difícil viver as palavras sobre o amor do que lê-las. No entanto, antes que a noite terminasse, ela admitiu: “Não posso ler as Escrituras sobre o amor e deixar de praticá-lo”.

Um escudo ao meu redor

Foi uma perda dramática quando Paulo, nosso ministro de louvor, morreu aos 31 anos num acidente de barco. Paulo e sua esposa, DuRhonda, conheciam a dor, pois haviam “enterrado” vários filhos que nem chegaram a nascer. Seria mais uma sepultura ao lado das outras desses pequeninos. As crises dramáticas que essa família experimentou atingiram aqueles que os amavam como um nocaute cruel.

Coisas tão maravilhosas!

Em 1989, o mundo ficou surpreso com a queda do Muro de Berlim. O muro que dividira a Alemanha, estava ruindo e a cidade dividida por 28 anos se uniria novamente. Embora o epicentro da alegria fosse na Alemanha, o mundo ao redor compartilhou desse júbilo. Algo maravilhoso aconteceu!

“Ainda que”

Em 2017, após o furacão Harvey, viajamos com um grupo de pessoas para Houston, EUA, para ajudar os que tinham sofrido perdas. Nosso objetivo era encorajar as pessoas que tinham sido afetadas pela tempestade. Nesse processo, a nossa própria fé foi desafiada e fortalecida quando nos colocamos ao lado deles em seus lares e templos danificados.

Pronto para restauração

Enquanto servia ao exército na Alemanha, comprei um Fusca 1969, novinho em folha, uma beleza! O exterior verde-escuro complementava o interior de couro marrom. Mas, com o passar dos anos, as coisas começaram a acontecer. Um acidente arruinou o estribo lateral e destruiu uma das portas. “Era um candidato perfeito para restauração!” E com mais dinheiro, eu o teria restaurado, mas não o fiz.

Digressões divinas

Pode ser difícil ouvirmos “não” ou “agora não”, especialmente quando sentimos que Deus abriu uma porta para servirmos aos outros. No início do meu ministério, tive duas oportunidades nas quais achava que meus dons e habilidades correspondiam às necessidades das igrejas, mas tais portas se fecharam. Depois, surgiu outra posição e fui selecionado. Com isso vieram 13 anos de ministério tocando vidas em trabalhos pastorais.

Presente na tempestade

O fogo consumiu a casa de uma família de seis pessoas da nossa igreja, mas o pai e um filho sobreviveram. O pai estava hospitalizado enquanto sua esposa, mãe e dois filhos pequenos eram levados ao descanso eterno. Infelizmente, esses acontecimentos continuam se repetindo. E a antiga pergunta também: “Por que coisas ruins acontecem a pessoas boas?”. Não nos surpreende que esse velho questionamento não tenha novas respostas.

Algemado, mas não silencioso

Em 1963, após uma viagem de ônibus que durou toda a noite, a ativista dos direitos civis Fannie Lou Hamer e seis outros passageiros negros pararam para comer numa lanchonete em Winona, Mississippi, EUA. Os policiais os forçaram a sair dali e os prenderam. A humilhação não terminou com a prisão ilegal. Todos foram severamente agredidos, mas para Fannie foi pior. Depois do ataque brutal que a deixou quase morta, ela começou a cantar: “Paulo e Silas foram presos, deixe meu povo ir”. E ela não cantou sozinha. Outros prisioneiros, contidos no corpo, mas não na alma, juntaram-se a ela nessa adoração.

O fôlego fortalecedor

Aos 54 anos, me inscrevi numa maratona com dois objetivos: terminar a corrida e fazê-la em menos de cinco horas. O meu tempo teria sido incrível se os últimos 21 quilômetros finais fossem tão bons quanto os iniciais. No entanto, a corrida foi extenuante, e aquele segundo fôlego que eu esperava nunca veio. Quando cruzei a linha de chegada, minha passada firme tinha se transformado num caminhar doloroso.