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Articles by Arthur Jackson

Ele cumpre as Suas promessas

Jônatas gaguejou ao repetir seus votos matrimoniais. Ele pensou: como posso fazer essas promessas e não acreditar que sejam possíveis de cumprir? Ao terminar a cerimônia, o peso de seus compromissos permaneceu. Após a recepção, ele e a esposa foram a capela e ele orou, por mais de duas horas, para que Deus o ajudasse a cumprir sua promessa de amar e cuidar dela.

Juntos nisso

Durante dois meses em 1994, cerca de um milhão de tutsis [N.T.: Grupo étnico africano.] foram mortos em Ruanda por membros da tribo hutu empenhados em aniquilar seus compatriotas. Após esse horrendo genocídio, o bispo Geoffrey Rwubusisi encorajou sua esposa a falar com mulheres cujos entes queridos haviam sido mortos. Ela lhe respondeu: “Tudo o que eu quero é chorar”, pois também tinha perdido familiares. A resposta do bispo foi a de um líder sábio e marido atencioso: “Maria, reúna-as e chorem juntas”. Ele sabia que a sua dor a havia preparado para compartilhar de forma única a dor das outras.

Fala!

Betânia exclamou para seu colega de trabalho no restaurante: “Foi esse o homem!”. Ela se referia a Mário, que a encontrou pela primeira vez em outras circunstâncias. Enquanto ele cuidava do gramado da igreja, o Espírito o instigou a conversar com uma mulher que parecia ser prostituta. Quando a convidou à igreja, ela disse: “Você sabe o que eu faço? Eles não vão me querer lá”. À medida que Mário lhe falava sobre o amor de Jesus e lhe garantia que Ele tem poder para transformar a vida dela, lágrimas escorriam pelo rosto. Agora, Betânia trabalhava num novo ambiente e era a prova viva do poder de Jesus.

Tão somente confie

Trezentas crianças estavam prontas para o café da manhã, e uma oração de agradecimento foi oferecida pelo alimento. Mas não havia comida! Isso era comum para o missionário e diretor do orfanato George Mueller (1805–98). Era mais uma oportunidade de ver como Deus os proveria. Minutos após a oração, um padeiro que não dormira na noite anterior apareceu à porta. Pensando que o orfanato poderia precisar do pão, ele os trouxe. Logo depois, o carrinho do leiteiro quebrou na frente do orfanato. Não querendo que o leite estragasse, ele o doou a Mueller.

Suas cicatrizes

Após conversar com Geraldo, ocorreu-me o motivo de sua saudação preferida ser com o “punho cerrado” e não o aperto de mão. O aperto de mão teria exposto as cicatrizes em seu pulso resultantes de suas tentativas de se ferir. É comum escondermos nossas feridas exteriores ou interiores causadas por outros ou autoinfligidas.

Perdoador da dívida

Pasmos é a palavra que descreve a reação dos formandos na cerimônia de graduação de 2019 no Morehouse College, nos EUA. O orador da formatura anunciou que doaria milhões de dólares para pagar a dívida de toda aquela turma. Um estudante com empréstimos no valor de 100 mil dólares estava entre os graduandos que expressaram sua alegria com lágrimas e gritos.

Juntos, vencemos

No meio da noite, o pastor Samuel Baggaga recebeu uma ligação pedindo que ele fosse à casa de um membro da igreja. Ao chegar, encontrou uma casa consumida pelo fogo. O pai, mesmo queimado, retirou do interior da casa a sua filha inconsciente. O hospital, nesse cenário rural de Uganda, ficava a 10 quilômetros de distância. Sem transporte disponível, o pastor e o pai começaram a correr para o hospital com a criança. Quando um deles se cansava de carregar a garota ferida, o outro assumia. Juntos, eles fizeram a jornada; o pai e a filha foram tratados e recuperaram-se totalmente.

Aprendendo com os pequenos

Meu amigo e eu visitamos uma favela de Nairóbi, no Quênia, e ficamos profundamente comovidos com a pobreza que presenciamos. Porém, mesmo ali, sentimos emoções diferentes e revigorantes ao vermos as crianças correndo e gritando: “Mchungaji, Mchungaji!” (“pastor” em Suaíli). Com esses gritos carinhosos e alegres, os mais pequeninos acolheram o seu conhecido pastor e líder espiritual, que estava conosco em nosso veículo, por causa do seu cuidado e preocupação por eles.

Livres de fato

O filme Amistad conta a história de escravos da África Ocidental que em 1839 assumiram o controle do barco que os transportava e mataram o capitão e parte da tripulação. Eles foram recapturados, presos e levados a julgamento. Uma cena inesquecível apresenta Cinqué, líder dos escravos, implorando por liberdade. Uma simples petição, repetidas com força cada vez maior por um homem algemado e em inglês rudimentar, silenciou a sala de audiências: “Dê-nos liberdade!”. Fez-se justiça e eles foram libertos.

Capaz de ajudar

O “intervalo” de oito semanas de José do seu trabalho como mediador de crises numa igreja em Nova Iorque não significou férias. Nas suas palavras, era “viver novamente entre os sem-teto, tornar-se um deles, lembrar-se de como são famintos, cansados e esquecidos”. A primeira passagem dele nas ruas acontecera nove anos antes, quando ele chegou àquela cidade sem emprego ou lugar para ficar. Durante 13 dias, ele viveu nas ruas com pouca comida e pouco sono. Foi assim que Deus o preparou para o ministério com os necessitados.

Melhor que a vida

Embora Maria amasse a Jesus, a vida era dura e difícil. Dois filhos a precederam na morte, e também dois netos que foram vítimas de tiroteios. Ela sofreu um derrame que a paralisou de um lado. No entanto, assim que foi capaz, ela voltou aos cultos da igreja, onde não lhe era incomum, com a fala entrecortada, expressar louvores ao Senhor dizendo: “Minha alma ama Jesus; louvado seja o Seu nome!”.

Libertado por Jesus

“Eu vivi com minha mãe por tanto tempo que ela saiu de casa!”. Essas foram as palavras de KC, cuja vida antes da sobriedade e entrega a Jesus não era bonita. Ele admite francamente ter sustentado seu vício de drogas roubando — até mesmo de seus entes queridos. Agora ele deixou essa vida para trás, e relembra isso contando os anos, meses e dias que está limpo. Quando KC e eu nos sentamos para estudar regularmente a Palavra de Deus juntos, vejo-o como um homem transformado.