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Articles by Arthur Jackson

Coisas tão maravilhosas!

Em 1989, o mundo ficou surpreso com a queda do Muro de Berlim. O muro que dividira a Alemanha, estava ruindo e a cidade dividida por 28 anos se uniria novamente. Embora o epicentro da alegria fosse na Alemanha, o mundo ao redor compartilhou desse júbilo. Algo maravilhoso aconteceu!

“Ainda que”

Em 2017, após o furacão Harvey, viajamos com um grupo de pessoas para Houston, EUA, para ajudar os que tinham sofrido perdas. Nosso objetivo era encorajar as pessoas que tinham sido afetadas pela tempestade. Nesse processo, a nossa própria fé foi desafiada e fortalecida quando nos colocamos ao lado deles em seus lares e templos danificados.

Pronto para restauração

Enquanto servia ao exército na Alemanha, comprei um Fusca 1969, novinho em folha, uma beleza! O exterior verde-escuro complementava o interior de couro marrom. Mas, com o passar dos anos, as coisas começaram a acontecer. Um acidente arruinou o estribo lateral e destruiu uma das portas. “Era um candidato perfeito para restauração!” E com mais dinheiro, eu o teria restaurado, mas não o fiz.

Digressões divinas

Pode ser difícil ouvirmos “não” ou “agora não”, especialmente quando sentimos que Deus abriu uma porta para servirmos aos outros. No início do meu ministério, tive duas oportunidades nas quais achava que meus dons e habilidades correspondiam às necessidades das igrejas, mas tais portas se fecharam. Depois, surgiu outra posição e fui selecionado. Com isso vieram 13 anos de ministério tocando vidas em trabalhos pastorais.

Presente na tempestade

O fogo consumiu a casa de uma família de seis pessoas da nossa igreja, mas o pai e um filho sobreviveram. O pai estava hospitalizado enquanto sua esposa, mãe e dois filhos pequenos eram levados ao descanso eterno. Infelizmente, esses acontecimentos continuam se repetindo. E a antiga pergunta também: “Por que coisas ruins acontecem a pessoas boas?”. Não nos surpreende que esse velho questionamento não tenha novas respostas.

Algemado, mas não silencioso

Em 1963, após uma viagem de ônibus que durou toda a noite, a ativista dos direitos civis Fannie Lou Hamer e seis outros passageiros negros pararam para comer numa lanchonete em Winona, Mississippi, EUA. Os policiais os forçaram a sair dali e os prenderam. A humilhação não terminou com a prisão ilegal. Todos foram severamente agredidos, mas para Fannie foi pior. Depois do ataque brutal que a deixou quase morta, ela começou a cantar: “Paulo e Silas foram presos, deixe meu povo ir”. E ela não cantou sozinha. Outros prisioneiros, contidos no corpo, mas não na alma, juntaram-se a ela nessa adoração.

O fôlego fortalecedor

Aos 54 anos, me inscrevi numa maratona com dois objetivos: terminar a corrida e fazê-la em menos de cinco horas. O meu tempo teria sido incrível se os últimos 21 quilômetros finais fossem tão bons quanto os iniciais. No entanto, a corrida foi extenuante, e aquele segundo fôlego que eu esperava nunca veio. Quando cruzei a linha de chegada, minha passada firme tinha se transformado num caminhar doloroso.

Luzes brilhantes

Em 2015, um grupo da nossa igreja foi edificado pelo que vimos em Mathare, uma das comunidades de Nairobi, no Quênia. Visitamos uma escola com o piso sujo, paredes de metal enferrujado e bancos de madeira. Mesmo assim, uma pessoa se destacava nesse cenário extremamente humilde.

Marcados pela Mama

Madeline Harriet Orr Jackson Williams viveu até os 101 anos, enviuvando de dois maridos. Ambos foram pregadores. Madeline era a minha avó, e nós a chamávamos de Mama. Meus irmãos e eu a conhecíamos bem; vivíamos na casa dela até seu segundo marido a levar embora. Mesmo depois disso, permanecemos a menos de 80 km de distância. Vovó cantava hinos de louvor, recitava o catecismo, tocava piano e era uma mulher temente a Deus. Fomos marcados por sua fé.

Ele segura a nossa mão

A garotinha que descia a escada da igreja num domingo era fofa, corajosa e independente. De degrau a degrau, a criança, que não parecia ter mais de 2 anos, caminhava para o andar de baixo. Descer as escadas era sua missão, e ela conseguiu realizá-la. Sorri para mim mesmo ao pensar na independência ousada da corajosa menininha. A criança não tinha medo porque sabia que os olhos atentos da mãe estavam sobre ela, e que a mão de amor da mãe estava estendida para ajudá-la. Isso adequadamente retrata a prontidão do Senhor em ajudar os Seus filhos à medida que eles caminham pela vida com tantas incertezas.

Vivendo com as luzes acesas

Meu colega de trabalho e eu havíamos feito uma viagem longa, e era tarde quando começamos a voltar. O peso da idade e os olhos cansados me deixam um pouco desconfortável para dirigir quando escurece; mas optei por dirigir primeiro. Estava com as mãos no volante e os olhos fixos na estrada pouco iluminada. Percebi que conseguia enxergar melhor quando as luzes dos veículos que vinham atrás brilhavam na rodovia. Senti alívio quando o meu amigo por fim assumiu a direção. Só então ele descobriu que eu estivera dirigindo com faróis para neblina, não com os faróis normais!

Adorando com perguntas

Não é incomum que, durante uma viagem longa ou curta, alguém pergunte: “Já chegamos?” ou “Falta muito?”. Quem já não ouviu essas perguntas universais dos lábios de crianças e adultos ansiosos por chegar ao seu destino? Mas pessoas de todas as idades também tendem a fazer perguntas parecidas quando estão esgotadas pelos desafios da vida, que parecem não acabar.