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Articles by Anne Cetas

De minhocas à guerra


Era a primeira pescaria de Célio, de 10 anos, e ele olhava receoso para o balde de iscas parecendo hesitar em começar. Finalmente, ele disse ao meu marido: “Ajude-me, eu-T-P-D-M!”. Então, meu marido lhe perguntou qual era o problema, Célio respondeu: “T-P-D-M! — Tenho pavor de minhocas!” Seu medo o incapacitava para agir.


Boa companhia


A mulher idosa não falava com ninguém nem pedia nada no lar onde estava. Parecia que ela simplesmente não existia, balançando-se em sua velha e ruidosa cadeira. Ela não recebia muitos visitantes, então uma jovem enfermeira costumava visitá-la no quarto em seus intervalos de folga. Sem fazer perguntas à mulher para tentar fazê-la falar, ela simplesmente puxava outra cadeira e balançava ao lado da senhora. Depois de vários meses, a mulher idosa disse a ela: “Obrigada por se balançar comigo.” Ela estava grata pela companhia.


Orações de cinco dedos


A oração é uma conversa com Deus, não uma fórmula. No entanto, às vezes precisamos usar um “método” para revigorar o nosso tempo de oração. Podemos orar os Salmos ou outras Escrituras, como a Oração do Senhor, ou ainda usar o método ACGS (Adoração, Confissão, Gratidão e Súplica). Recentemente, aprendi e me deparei com esta “Oração de Cinco Dedos” para usar como um guia, quando orar por outras pessoas:


Regra de cinco minutos


Li sobre uma regra de cinco minutos que certa mãe tinha para os seus filhos. Eles tinham que estar prontos para a escola e se reunir cinco minutos antes de sair a cada dia.


As pequenas coisas


Minha amiga Glória me ligou emocionada. Ela não podia sair de casa, exceto para ir ao médico. Por isso, entendi por que ela estava tão feliz em me dizer: “Meu filho colocou um novo alto-falante em meu computador e agora posso ir à igreja!” Agora ela podia ouvir a transmissão ao vivo do culto de sua igreja, estava feliz pela bondade de Deus e pelo: “melhor presente que o meu filho poderia ter me dado”!


Veja o que Jesus fez


O menino tinha apenas 8 anos quando anunciou para Wally, um amigo de seus pais: “Eu amo Jesus e quero servir a Deus no exterior algum dia.” Durante os dez anos seguintes ou mais, Wally orou por ele, enquanto o observava crescer. Mais tarde, quando este jovem se inscreveu para servir com uma agência missionária no Mali, Wally lhe disse: “Já estava na hora! Quando ouvi o que você queria fazer, investi algum dinheiro e fui guardando para você, esperando por esta notícia emocionante.” Wally deseja ajudar o próximo e contribuir para levar-lhes as boas-novas de Deus.


Gratidão


Querendo amadurecer na vida espiritual e tornar-se mais grata, Suzana iniciou o que chamou de Pote de Gratidão. Todas as noites, ela escrevia num papelzinho uma coisa pela qual agradecia a Deus e a colocava no pote. Alguns dias, ela tinha muitos agradecimentos; em dias difíceis, ela lutava para encontrar algum. No fim do ano, ela esvaziou o pote e leu todas as notas. Ela se viu agradecendo a Deus por tudo que Ele havia feito. Deus tinha lhe dado coisas simples como um belo pôr do sol ou uma noite fria para um passeio no parque; outras vezes, lhe concedera graça para lidar com uma situação difícil ou tinha respondido a uma oração.


Nossa cobertura

Quando falamos sobre a fé em Jesus, às vezes usamos palavras sem compreender ou sem explicá-las. Uma delas é justo. Dizemos que Deus tem justiça e que Ele torna as pessoas justas, mas este pode ser um conceito difícil de compreender.

E você?

Emily escutava as tradições familiares de Ação de Graças de seus amigos. “Ao redor da sala, cada um de nós diz pelo que é grato a Deus”, disse Geraldo.

Uma fachada

Kátia se esforça para que as pessoas a admirem. Ela finge estar feliz a maior parte do tempo, para que os outros percebam e a elogiem por sua atitude alegre. Alguns a apoiam porque a veem ajudando pessoas da comunidade. Mas, num momento de transparência, ela admite: “Eu amo ao Senhor, mas, às vezes, sinto como se minha vida fosse uma fachada.” Seu próprio senso de insegurança está por trás de boa parte de seu esforço em tentar parecer bem aos outros. Ela diz que está perdendo a energia para prosseguir dessa maneira.

Será que precisamos?

Fernanda iniciou a programação infantil com uma oração e, depois, cantou com as crianças. Emanuel, de 6 anos, contorcia-se em sua cadeira enquanto ela orava novamente, após apresentar o professor. E o professor iniciou sua palestra e a encerrou com oração. Emanuel reclamou: “Quatro orações! Não consigo ficar sentado e quieto por tanto tempo!”

O frescor de uma bolha

Um menino deu um banho de bolhas em mim e em meu marido Carl ao passar correndo pelo calçadão da praia. Foi um momento leve e divertido em um dia difícil. Tínhamos ido à cidade para visitar nosso cunhado que estava no hospital e para ajudar a irmã de Carl que estava lutando e tendo dificuldades para comparecer em suas consultas médicas. Neste momento em que fazíamos um intervalo e caminhávamos no calçadão da praia, estávamos nos sentindo um pouco sobrecarregados com as necessidades de nossa família.