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Articles by Anne Cetas

Veja o que Jesus fez


O menino tinha apenas 8 anos quando anunciou para Wally, um amigo de seus pais: “Eu amo Jesus e quero servir a Deus no exterior algum dia.” Durante os dez anos seguintes ou mais, Wally orou por ele, enquanto o observava crescer. Mais tarde, quando este jovem se inscreveu para servir com uma agência missionária no Mali, Wally lhe disse: “Já estava na hora! Quando ouvi o que você queria fazer, investi algum dinheiro e fui guardando para você, esperando por esta notícia emocionante.” Wally deseja ajudar o próximo e contribuir para levar-lhes as boas-novas de Deus.


Gratidão


Querendo amadurecer na vida espiritual e tornar-se mais grata, Suzana iniciou o que chamou de Pote de Gratidão. Todas as noites, ela escrevia num papelzinho uma coisa pela qual agradecia a Deus e a colocava no pote. Alguns dias, ela tinha muitos agradecimentos; em dias difíceis, ela lutava para encontrar algum. No fim do ano, ela esvaziou o pote e leu todas as notas. Ela se viu agradecendo a Deus por tudo que Ele havia feito. Deus tinha lhe dado coisas simples como um belo pôr do sol ou uma noite fria para um passeio no parque; outras vezes, lhe concedera graça para lidar com uma situação difícil ou tinha respondido a uma oração.


Nossa cobertura

Quando falamos sobre a fé em Jesus, às vezes usamos palavras sem compreender ou sem explicá-las. Uma delas é justo. Dizemos que Deus tem justiça e que Ele torna as pessoas justas, mas este pode ser um conceito difícil de compreender.

E você?

Emily escutava as tradições familiares de Ação de Graças de seus amigos. “Ao redor da sala, cada um de nós diz pelo que é grato a Deus”, disse Geraldo.

Uma fachada

Kátia se esforça para que as pessoas a admirem. Ela finge estar feliz a maior parte do tempo, para que os outros percebam e a elogiem por sua atitude alegre. Alguns a apoiam porque a veem ajudando pessoas da comunidade. Mas, num momento de transparência, ela admite: “Eu amo ao Senhor, mas, às vezes, sinto como se minha vida fosse uma fachada.” Seu próprio senso de insegurança está por trás de boa parte de seu esforço em tentar parecer bem aos outros. Ela diz que está perdendo a energia para prosseguir dessa maneira.

Será que precisamos?

Fernanda iniciou a programação infantil com uma oração e, depois, cantou com as crianças. Emanuel, de 6 anos, contorcia-se em sua cadeira enquanto ela orava novamente, após apresentar o professor. E o professor iniciou sua palestra e a encerrou com oração. Emanuel reclamou: “Quatro orações! Não consigo ficar sentado e quieto por tanto tempo!”

O frescor de uma bolha

Um menino deu um banho de bolhas em mim e em meu marido Carl ao passar correndo pelo calçadão da praia. Foi um momento leve e divertido em um dia difícil. Tínhamos ido à cidade para visitar nosso cunhado que estava no hospital e para ajudar a irmã de Carl que estava lutando e tendo dificuldades para comparecer em suas consultas médicas. Neste momento em que fazíamos um intervalo e caminhávamos no calçadão da praia, estávamos nos sentindo um pouco sobrecarregados com as necessidades de nossa família.

A bravata

Em 2015, Hunter, de 15 anos, caminhou 92 km carregando seu irmão Braden, de 8, para elevar a conscientização sobre as necessidades de pessoas com paralisia cerebral. Braden pesa 27 kg; e Hunter precisou fazer várias paradas de descanso, nas quais outras pessoas o ajudavam a alongar seus músculos. Ele usou arreios especiais para distribuir o peso de Braden. Hunter diz que, embora os arreios o ajudaram fisicamente, o que mais o ajudou foram as pessoas ao longo do caminho. “Se não fosse por todos nos animando e caminhando conosco, eu não teria conseguido. Minhas pernas doíam, mas meus amigos me carregaram e eu terminei…”. A mãe deles chamou a árdua caminhada “A Bravata da Paralisia Cerebral”.

Lado a lado

Os 30 colegas e seus pais observavam enquanto Mia ansiosamente caminhava até o palco para falar na sua cerimônia de graduação do quinto ano. Quando o diretor ajustou o microfone à altura de Mia, ela virou as costas para o microfone e o público. A multidão sussurrou palavras de incentivo: “Vamos lá, querida, você consegue.” Mas ela não se moveu. Em seguida, uma colega de classe caminhou até a frente e ficou ao lado dela. Com o diretor de um lado de Mia e sua amiga do outro, os três leram seu discurso juntos. Que belo exemplo de apoio!

Repita comigo

Q uando Rebeca estava no palco para palestrar em uma conferência, sua primeira frase ao microfone ecoou pela sala. Foi um pouco perturbador ouvir suas próprias palavras voltarem; ela teve de se adaptar ao sistema de som com defeito e tentar ignorar o eco de todas as palavras que dizia.

Ele é bom?

“Não penso que Deus seja bom”, disse-me minha amiga. Ela havia orado durante anos acerca de algumas questões difíceis, mas nada havia melhorado. Sua raiva e amargura pelo silêncio de Deus cresciam. Conhecendo-a bem, percebi que, no fundo, ela acreditava que Deus é bom, mas a dor contínua em seu coração e a aparente falta de interesse da parte dele a levaram a duvidar. Para ela, era mais fácil suportar a raiva do que a tristeza.

Surpreendido pela graça

Certa mulher adormeceu no sofá após seu marido ir para a cama. Um intruso passou pela porta deslizante, que o casal havia se esquecido de fechar, e entrou na casa. Ele foi ao quarto onde o marido estava dormindo e pegou o televisor. O homem adormecido acordou, viu uma figura em pé e sussurrou: “Querida, venha para a cama.” O ladrão entrou em pânico, deixou a TV, pegou uma pilha de dinheiro na cômoda e correu para fora.