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Articles by Alyson Kieda

Força no sofrimento

Em 1948, Haralan Popov, pastor de uma igreja subterrânea, foi preso para um “interrogatório”. Após duas semanas, ele foi interrogado ininterruptamente sem receber alimento por dez dias. Cada vez que negava ser espião, ele era espancado. Popov sobreviveu a esse tratamento severo e conduziu outros prisioneiros a Jesus. Finalmente, onze anos depois, ele foi liberto e continuou a compartilhar sua fé. Depois de dois anos, Popov foi capaz de deixar o país e reunir-se à família. Ele continuou a pregar e levantar recursos para distribuir Bíblias em países fechados para o evangelho.

Reunião

O garotinho abriu com entusiasmo uma grande caixa de presente enviada por seu pai militar, pois acreditava que o pai não estaria em casa para comemorar seu aniversário. Dentro daquela caixa havia outra embrulhada, e dentro desta estava outra que tinha um pedaço de papel dizendo: “Surpresa!”. Confuso, o garoto olhou para cima, no instante que o seu pai entrou na sala. Com lágrimas nos olhos, o filho saltou para os braços do pai, exclamando: “Papai, senti sua falta” e “Eu te amo!”

Deliciando-se com o Bom Livro

A Islândia é uma nação de leitores e esse país publica e lê mais livros por pessoa do que qualquer outro. Na véspera de Natal, eles se presenteiam com livros e depois os leem noite adentro. Essa tradição remonta à Segunda Guerra Mundial, quando as importações eram restritas, mas o papel era barato. Os editores inundaram o mercado com novos títulos. Hoje, um catálogo dos lançamentos do país é enviado a todos os lares em meados de novembro. Essa tradição é conhecida como a Inundação de livros de Natal.

Todos precisam de compaixão

Jeferson era ainda um novo cristão recém-saído da faculdade quando trabalhou para uma grande empresa de petróleo. Como vendedor, ele viajava; e em suas viagens ouvia as histórias das pessoas — muitas delas comoventes. Ele percebeu que os seus clientes precisavam mais da compaixão do que do petróleo — precisavam de Deus. Isso o levou a frequentar o seminário para…

Água em esperança

O ministério de Tom e Mark é revigorante. Isso fica claro no vídeo que eles compartilham de um grupo de crianças totalmente vestidas rindo e dançando sob a água refrescante de um chuveiro aberto, o primeiro da vida delas. Os dois trabalham com igrejas locais para instalar sistemas de filtragem de água em poços no Haiti, facilitando e prolongando vidas uma vez que evitam doenças relacionadas à água contaminada. O acesso a água limpa e fresca traz a esperança de futuro às pessoas.

Amigos verdadeiros

No Ensino Médio, eu tinha uma “amiga de ocasião”. Éramos “amigas” na igreja e ocasionalmente saímos juntas fora do ambiente escolar. Mas na escola a história era outra. Se ela me visse sozinha, poderia até me dizer um “oi”; mas somente se ninguém mais estivesse por perto. Com isso, raramente eu tentava chamar sua atenção dentro dos muros da escola, pois conhecia os limites dessa amizade.

Vire e corra

Ali era bonita, inteligente e talentosa e seus pais muito amorosos. Mas, depois do Ensino Médio, algo a levou a experimentar heroína. Os pais perceberam e a enviaram à clínica de reabilitação após ela admitir o impacto que a droga exercia sobre ela. Após o tratamento, eles lhe perguntaram o que diria a suas amigas sobre o uso das drogas. Seu conselho: “Basta virar e correr” e enfatizou que não seria o suficiente apenas dizer “não”. Ali recaiu e morreu de overdose aos 22 anos. Na tentativa de manter outros longe desse destino, os pais dela, com o coração partido, foram à TV local para encorajar outros a “correrem por Ali”, ficando longe de situações em que poderiam ser expostos a drogas e demais perigos.

Legado de fé

A devoção dos pais de Billy Graham a Jesus já era evidente bem antes do momento em que o evangelista decidiu crer em Cristo aos 16 anos. Ambos tinham abraçado a fé enquanto cresciam em famílias cristãs e continuaram esse legado educando carinhosamente seus filhos com orações, leitura das Escrituras e participando fielmente da igreja com eles. A base espiritual sólida que os pais lhe proporcionaram era parte do solo que Deus usou para levá-lo à fé e, eventualmente, ao seu chamado como ousado evangelista.

Apenas um sopro

Roberta trouxe-me a dura realidade da morte e brevidade. Minha amiga de infância tinha apenas 24 anos quando um trágico acidente ceifou a vida dela. Roberta crescera numa família disfuncional e parecia que estava seguindo em frente. Era recém-convertida em Jesus. Como a vida dela poderia terminar tão cedo?

Palavras que ferem

“Magrela”, provocou o menino. “Vareta”, outro emendou. Em resposta, eu poderia ter respondido “o que vem de baixo não me atinge”. Mas, mesmo sendo uma garotinha, eu sabia que não era bem assim. As palavras cruéis e impensadas doíam, às vezes doíam demais, deixando ferimentos que iam mais fundo e duravam muito mais tempo do que o vergão causado por uma pedra ou pedaço de pau.

Jogando pedras

Lisa não sentia simpatia por aqueles que traíam seu cônjuge, até que ela se viu profundamente insatisfeita com seu casamento e lutando para resistir a uma atração perigosa. Essa experiência dolorosa ajudou-a a ter nova compaixão pelos outros e maior compreensão das palavras de Cristo: “Aquele de vocês que nunca pecou atire a primeira pedra” (v.7).

Florescendo como uma flor

Meu neto mais novo tem poucos meses de vida, mas quando o vejo, sempre noto pequenas mudanças. Recentemente, ao acalentá-lo, ele me olhou e sorriu! Chorei de alegria com a lembrança dos primeiros sorrisos dos meus filhos, o que aconteceu há tanto tempo, mas parece que foi ontem. Alguns momentos são assim: inexplicáveis.