Quando uma amiga cuidava de sua sogra incapacitada, perguntou-lhe o que mais desejava. Sua sogra disse: “Que meus pés sejam lavados.” Minha amiga admitiu que odiava essa tarefa! “Cada vez que ela me pedia isso, eu ficava ressentida, e pedia a Deus que ela não notasse.”

Mas certo dia a atitude de murmuração dela mudou num instante. E contou-me o que aconteceu quando ela preparou a bacia, a toalha, e ajoelhou-se aos pés da sogra: “Olhei para cima, e por um momento senti como se estivesse lavando os pés do próprio Jesus. Ele estava disfarçado de minha sogra.” Depois disso, minha amiga se sentiu honrada em lavar os pés de sua sogra.

Quando ouvi esse relato comovente, pensei na história que Jesus ensinou sobre o fim dos tempos, quando Ele estava nas encostas do monte das Oliveiras. O Rei acolhe os Seus filhos e filhas em Seu reino, dizendo-lhes que quando visitavam os doentes ou alimentavam os famintos: “sempre que o [faziam] a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o [faziam]” (v.40). Nós também servimos o próprio Jesus quando visitamos os encarcerados ou damos roupas aos necessitados.

Hoje, você pode imitar minha amiga, que agora quando conhece alguém novo se questiona: “Será que é o próprio Jesus disfarçado?”