Será que Jesus realmente caminhou sobre as águas ou simplesmente fez uso de alguns bancos de areia próximos dali? Ele verdadeiramente multiplicou pães e peixes para alimentar 5 mil pessoas ou somente hipnotizou a multidão e fez as pessoas pensarem que Ele havia multiplicado? Foi milagre ou mágica?

Quando um ilusionista cristão explorou essas perguntas num programa de TV, ele colocou de lado as suas crenças pessoais para examinar os milagres bíblicos de mente aberta. O produtor daquele programa então disse: “Mesmo se um ateu tivesse sido escolhido como apresentador, as conclusões não seriam outras.” Em cada um dos casos, o ilusionista concluiu que Jesus não podia ter feito as pessoas apenas acreditarem que tinham testemunhado um milagre.

No entanto, muitos que na verdade viram os milagres de Jesus se recusaram a crer que Ele era o Messias. Estavam prontos a executá-lo, porque Cristo reivindicava ser Deus (João 10:30-31). Jesus lhes disse: “…mas, se faço, e não me credes, crede nas obras; para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai” (vv.37,38).

Os milagres de Jesus o identificaram como Filho de Deus, o Salvador que veio para dar a Sua vida pelos pecados do mundo. Suas obras e ressurreição não foram truques mágicos, mas milagres de amor e graça.