Como ex-professor e orientador de universitários, muitas vezes pensei como seria terrível estar diante da classe e ninguém lhe prestar atenção, nem dar-lhe ouvidos, passar instruções e vê-las sendo ignoradas.

Ninguém quer ser ignorado. Se estivermos envolvidos em conversa com amigos, ficaremos ofendidos se nossas palavras lhes forem indiferentes. Se estivermos numa loja, procurando ajuda, nos irritaremos quando os balconistas nos ignorarem. Ao lutarmos com algum problema, ele se torna mais doloroso se ninguém nos oferecer ajuda.

Deus deve sofrer quando o ignoramos. Reflita sobre como o Seu coração de amor deve doer quando, apesar de habitar em nós por meio de Seu Espírito, agimos como se Ele não estivesse presente. Considere como Ele se sente quando Suas normas, que estão escritas em Seu Livro são ignoradas.

Vamos ter cuidado em não ignorar a Deus. Lembremo-nos dele, em todo o tempo; nas grandes ou pequenas coisas, hora após hora. Que o Seu Espírito habite em nós. Isso é possível quando lemos as palavras inspiradas que Ele nos legou; quando investimos tempo em oração e ouvimos a Sua voz calma e tranquila. Que ao refletirmos sobre a Sua grandeza, e nos colocarmos em Sua presença e servirmos outras pessoas em Seu nome possamos dizer com o salmista: “A minha alma apega-se a ti…” (63:8).