Para aqueles dentre nós que não praticamos o dom espiritual do evangelismo, a palavra testemunho pode suscitar lembranças desagradáveis ou ansiedades. Na verdade, algumas vezes me senti um fracasso total quando tentei seguir os métodos conhecidos para facilitar o testemunho.

Jim Henderson, autor de um livro sobre como compartilhar a sua fé, conseguiu transformar o assunto em algo menos ameaçador para mim, sugerindo uma forma alternativa quanto à forma de pensar a respeito disso. Em vez de usar as palavras ou a história de outras pessoas, ele apenas sugere: “seja você mesmo”.

Os testemunhos de segunda mão não são aceitos nas cortes; somente os de primeira mão são dignos de confiança. O mesmo se aplica na área espiritual. A história autêntica da obra que Cristo fez em nossas vidas é o melhor testemunho que temos. Não precisamos torná-lo uma peça erudita nem dramatizá-lo. Quando falarmos a verdade sobre o poder de Cristo para nos salvar e nos livrar do pecado, nosso testemunho terá credibilidade.

Se a ideia de assistir a algumas aulas sobre “como testemunhar” ou decorar planos prontos o impede de testemunhar, tente uma forma diferente, apenas, seja você mesmo! Assim como o homem cego, que Jesus curou, diga simplesmente: “…uma coisa sei: eu era cego e agora vejo” (João 9:25).