Durante a Segunda Guerra Mundial, um companheiro meu me disse: “Você parece estar contente, mas se eu tivesse que viver como você vive, em breve morreria.” Ele estava querendo dizer que minha vida tinha tanta moralidade que devia ser um tédio. Mas eu jamais havia pensado dessa maneira. Na verdade, muitas vezes me sentira culpado por causa de tantas falhas.

Cresci num lar cristão onde me ensinaram que eu era um pecador e tinha necessidade da salvação. Mas também aprendi que Deus — na pessoa de Jesus Cristo — pagou o preço pelos meus pecados.

Então, por meio do ministério do Espírito Santo, reconheci a verdade desse ensinamento. E quando ainda era criança, confiei em Jesus e entreguei-lhe a minha vida. Desde aquele dia, procurei viver e obedecer ao mandamento de amar a Deus e ao meu próximo (Mateus 22:37-40). Minha obediência a Deus foi uma resposta natural de alguém que realmente creu em Seu Filho.

Na carta de 2 João, a palavra mandamento é usada quatro vezes para lembrar-nos de que devemos andar no caminho da verdade e amar uns aos outros (vv.4-6). Os cristãos que o fazem encontrarão alegria e liberdade, e não tédio e escravidão, como pensam erroneamente algumas pessoas.

Gosto muito das palavras de Jesus no evangelho de Mateus 11:30: “Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.”