Quando Jesus fazia uma pergunta, não era porque Ele não sabia a resposta. Pode ter certeza de que Ele queria esclarecer algo.

Jesus e Seus discípulos estavam em Cesareia de Filipe, longe de sua terra. Era um lugar de idolatria e opressão, um lugar ameaçador; política e espiritualmente. Naquele ambiente, Jesus apresentou duas perguntas importantes para a compreensão de Sua identidade. Ele não estava interessado em Seu índice de popularidade, mas queria que os Seus seguidores soubessem quem era aquele que estavam seguindo.

Hoje, a nossa cultura é tão hostil e contrária a Jesus como na época em que Ele perguntou pela primeira vez: “…Quem diz o povo ser o Filho do Homem?” (Mateus 16:13). Como nos dias de Jesus, as pessoas dão uma longa lista de ideias inadequadas e incorretas sobre o nosso Salvador, que se estendem de: “apenas um bom mestre” até a “um separatista” e “intolerante”.

A verdadeira pergunta foi e continua sendo: “Mas vós […] quem dizeis que eu sou?” (16:15). Pedro declarou corajosamente: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (v.16). Jesus disse que a confissão correta de Pedro foi uma percepção dada por Deus e que Pedro era bem-aventurado por causa de sua declaração (v.17).

Como Pedro, confesse que Jesus é o seu Salvador. Você receberá encorajamento e será abençoado.