Os escritores enfrentam o desafio de serem honestos quanto ao mal, e quando escrevo, gostaria que as pessoas boas sempre fossem corretas. Mas até as melhores pessoas têm falhas. Para terem credibilidade, os escritores devem ser honestos sobre o mal que atinge as pessoas que são boas.

Uma das razões pelas quais creio que a Bíblia seja verdadeira é o fato de os autores de seus livros não terem encoberto as falhas de povo escolhido de Deus. O Senhor foi honesto em relação aos fracassos dos que escolheu “a dedo” para posições de liderança. Deus não desculpou os seus maus comportamentos, não minimizou suas falhas ou olhou para o outro lado. Ele os registrou, julgou, mostrou-lhes as consequências e os perdoou.

O exemplo mais proeminente nas Escrituras é o do rei Davi. Ele não somente tomou a mulher de outro homem, mas também tirou a vida dele para encobrir seu adultério. Mas, apesar de seus atos desprezíveis, ao ser confrontado, Davi se arrependeu. Ele se tornou o padrão pelo qual os futuros reis de Israel seriam julgados, porque o seu coração era consagrado ao Senhor (1 Reis 15:3,11).

Deus conhece o coração de cada um e não faz acepção de pessoas. Embora a verdade sobre o pecado seja dolorosa, quando confessado e perdoado, o pecado pode ser usado para voltar nossos corações para Deus.