Em seu livro Mais que passarinhos (Ed. Vida, 1994), Mary Welch relata sobre o debate com um grupo de adolescentes a respeito da preocupação. Embora fossem cristãos, eles estavam tão preocupados quanto os não-cristãos em relação às coisas comuns da vida. Ao ouvi-los, amorosamente, ela teve uma ideia incomum: era um jogo que poderiam fazer, e consistia no seguinte: Em vez de dizer: “Estou preocupado,” pare e diga: “O Senhor é o meu pastor.” E em seguida acrescente: “E por isso estou mortalmente preocupado!” Os estudantes riram da ideia absurda, mas todos prometeram jogar aquele novo jogo da “paz mental”.

Mais tarde, Mary recebeu um telefonema de uma jovem que estava paralisada pela preocupação devido a uma prova que temia fazer. Ela lhe disse: “Preciso dizer a você o quanto o jogo me ajudou a confiar em Deus. Enquanto estava paralisada pela preocupação, lembrei-me de dizer: ‘O Senhor é meu pastor!’ Repentinamente, senti a paz mental mais estranha da minha vida. Ri para mim mesma, e então fiz a prova — e passei!”

Dizer: “O Senhor é o meu pastor, e por isso estou mortalmente preocupado” é mais do que um jogo mental, que mostra o absurdo da preocupação. Deus pode usar essa contradição para nos conduzir à completa confiança nele.