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Muito melhor

Uma sirene tocava fora da casa de um menino. Não conhecendo o som, ele perguntou a sua mãe o que era. Ela explicou que a sirene servia para alertar as pessoas sobre uma tempestade perigosa. E explicou que, se as pessoas não se escondessem, poderiam morrer em consequência do furacão. O menino respondeu: “Mamãe, por que isso é ruim? Se morremos, não encontramos Jesus?”

Conte!

Era o ano de 1975, algo importante acabara de me acontecer. Eu precisava encontrar meu amigo Francisco, com quem compartilhava vários assuntos pessoais, e conversar. Encontrei-o em seu apartamento, apressando-se para sair, mas eu o fiz desacelerar. Pela maneira como me olhou, ele deve ter percebido que eu tinha algo importante a lhe contar. “De que se trata?”, perguntou. Então, simplesmente lhe disse: “Ontem eu entreguei minha vida a Jesus!”

Quebrados para serem refeitos

Durante a Segunda Guerra Mundial, meu pai serviu no exército dos EUA no Pacífico Sul. Naquele tempo, papai rejeitava toda ideia de religião, dizendo: “Eu não preciso de uma muleta.” Contudo, chegou o dia em que sua atitude para com as coisas espirituais mudaria para sempre. Mamãe havia entrado em trabalho de parto de seu terceiro filho, e meu irmão e eu fomos dormir empolgados porque, em breve, veríamos nosso novo irmão ou irmã. Ao sair da cama na manhã seguinte, perguntei animado a papai: “É menino ou menina?” Ele respondeu: “Era uma menina, mas nasceu morta.” Começamos a chorar juntos por nossa perda.

A beleza de Roma

A glória do Império Romano proporcionou um grande cenário para o nascimento de Jesus. Em 27 a.C., o primeiro imperador de Roma, César Augusto, encerrou 200 anos de guerra civil e começou a substituir os bairros degradados por monumentos, templos, arenas e complexos governamentais. Segundo o historiador romano Plínio, o Velho, aqueles eram “os mais belos edifícios que o mundo já viu”.

Há um propósito para a sua vida

Em um dia quente, minha sobrinha Vania viu uma mulher em pé ao lado de um semáforo, segurando uma placa. Ao aproximar-se com o carro, ela tentou ler o que a placa dizia, presumindo ser um pedido de comida ou dinheiro. Em vez disso, ela se surpreendeu ao ver estas palavras:

Força para os cansados

Em um belo dia ensolarado, eu estava caminhando em um parque e me sentindo muito cansado no espírito. Não era apenas uma coisa me pesando — parecia ser tudo. Ao parar para sentar-me num banco, notei uma pequena placa colocada ali em memória amorosa de um “devotado marido, pai, irmão e amigo”. Também na placa estavam as palavras: “Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Isaías 40:31).

Senhor, socorro!

Fiquei muito feliz por minha amiga quando ela me disse que ia ser mãe! Juntas, contávamos os dias até o nascimento. Mas, quando o bebê sofreu uma lesão cerebral durante o parto, meu coração se partiu e eu não sabia como orar. Tudo que eu sabia era a quem eu deveria orar — Deus. Ele é o nosso Pai e nos ouve quando o chamamos.

A história não é simples

A vida parece simples nas leis do Antigo Testamento. Obedeça a Deus e seja abençoado. Desobedeça-o e espere problemas. É uma teologia satisfatória. Mas será assim tão simples?

Saber e fazer

O filósofo chinês Han Feizi observou acerca da vida: “Conhecer os fatos é fácil. Saber agir com base neles é difícil.”

Louvor de corações puros

Em viagem ao exterior, minha amiga Mirna participou do culto de uma igreja. Ela percebeu que, ao entrarem, as pessoas imediatamente se ajoelhavam e oravam, de costas para a frente da igreja. Ela descobriu que as pessoas daquela igreja confessavam seus pecados a Deus antes de começar o culto.

Só se morre uma vez

Nascida escrava e maltratada quando jovem, Harriet Tubman (1822–1913) encontrou uma luz de esperança nas histórias da Bíblia que sua mãe contava. O relato da fuga de Israel da escravidão sob Faraó lhe mostrou um Deus que desejava a liberdade para o Seu povo.

Ele esteve em nosso lugar

Para ajudar sua equipe de jovens arquitetos a entender as necessidades daqueles para quem eles projetam habitação, David Dillard lhes envia a “festas do pijama”. Eles vestem pijamas e passam 24 horas num centro de idosos, nas mesmas condições das pessoas acima de 80 anos. Eles usam tampões de ouvido para simular perda auditiva, unem os dedos com fita adesiva para limitar a destreza manual e trocam de óculos para replicar problemas de visão. Dillard diz: “O maior benefício é que ao enviar jovens de 27 anos, eles voltam com um coração dez vezes maior. Eles conhecem as pessoas e compreendem seus problemas” (Rodney Brooks, USA Today).