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Melhor ainda!

Francis Bacon afirmou: “Não acredito que um homem tema o fato de estar morto, teme apenas o ataque da morte.” E Woody Allen acrescentou: “Não tenho medo de morrer. Só não quero estar lá, quando isso ocorrer.”

Limites

Não passa um ano sem que aconteça um desastre da natureza em algum lugar no mundo. Enchentes, ciclones e tsunamis destroem vidas, casas e o sustento das pessoas.

Treinando para a vida

Quando Dean Karnazes completou a maratona de quase 40 quilômetros, na cidade de Nova Iorque, em 2006, ele marcou o término de uma façanha quase impossível: perseverança. Ele já havia participado de 50 maratonas, em 50 estados e em 50 dias. A resistência excepcional desse atleta incluiu 563 quilômetros contínuos: ciclismo em montanhas por 24 horas seguidas e o cruzamento da baía de São Francisco a nado. Esse nível de performance requer treinamento rígido e dedicado.

Como caminhar

Certa tarde, Patrícia e Ricardo foram dar um passeio de bicicleta esperando voltar para casa revigorados. Suas vidas, porém, mudaram para sempre. Enquanto descia uma colina, Ricardo perdeu o controle da bicicleta e caiu. O seu corpo ficou gravemente ferido e ele chegou quase morto ao hospital.

Sofrimento devastador

No dia 4 de novembro de 1970, um acidente de avião tirou a vida da maioria dos participantes do time de futebol de uma universidade norte-americana, da equipe técnica e de muitos líderes daquela comunidade. Perderam-se 75 vidas nesse desastre. Duas pessoas que perderam seus entes queridos foram Paul Griffen e Annie Cantrell. Suas histórias se entrelaçaram porque o filho de Griffen era o noivo de Annie. No ano em que o jovem morreu, a vida deles mergulhou numa dor que parecia insuportável. Por quê? Porque, como Griffen disse a Annie, no filme que representou essa tragédia, “O sofrimento é devastador.”

Dois reinos

Há algum tempo, li numa notícia de jornal que muitos jovens não veem a política como nos velhos tempos e consideram as eleições um ato sem utilidade, irracional. Pergunto-me na sequência, se nós, como seguidores de Jesus, também não pensamos assim a respeito de nossa responsabilidade como cidadãos!

Estrada tranquila

Viajando de carro para a minha cidade, deixei a estrada principal e segui por uma via secundária, atravessando as montanhas. No final daquela tarde, dirigi lentamente, parando algumas vezes para apreciar as paisagens e as últimas cores do outono. A jornada não me levou rapidamente ao meu destino, mas serviu para restaurar a minha alma.

Bon Voyage

A palavra “partida” usada por Paulo na carta de 2 Timóteo 4:6, tem um grande significado. Ela significa sair ou “desprender”. Ele a usa quando suspira: “Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Filipenses 1:23).

Um simples rebite

Os cientistas concluíram que rebites defeituosos podem ter causado o naufrágio rápido do “inafundável” Titanic. Segundo os pesquisadores que examinaram recentemente as partes recuperadas da embarcação, os rebites impuros feitos de ferro fundido em vez de aço fizeram o corpo do navio se abrir como um zíper. A tragédia do Titanic prova a insensatez de se gastar recursos em equipamentos luxuosos e em publicidade e negligenciar as peças “simples”.

Não tenho vontade!

Você já teve que fazer uma tarefa que não gostava e sentiu como se fosse a última coisa na terra que gostaria de fazer? Pode ter sido cortar a grama, lavar a louça, limpar a casa ou mesmo preparar uma lição para a Escola Dominical depois de uma semana exaustiva. A vontade é de deixar tudo para depois.

Um empurrão nos outros

Quando era adolescente, Mariana caminhava muitas vezes por um parque onde via as mães sentadas nos bancos, conversando. As crianças brincavam nas balanças, esperando que alguém as empurrasse. “Eu dava um empurrãozinho nelas”, disse Mariana. “E sabe o que acontece quando se empurra uma criança numa balança? Em breve ela está se movimentando sozinha. Este é o meu papel na vida — estou aqui para dar um empurrãozinho nos outros.”

Esperança em Deus

Olhando as praias ocidentais do Sri Lanka, tive dificuldades em imaginar que um havia acontecido ali alguns meses antes. O mar estava calmo e bonito, os casais caminhavam sob o sol e as pessoas estavam ocupadas com seus afazeres — tudo aparentava normalidade, para a qual eu não estava preparado. O impacto do desastre ainda estava lá, mas no fundo dos corações e mentes dos que sobreviveram. O trauma não seria esquecido tão facilmente.