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Honrando a Deus

O culto da igreja ainda estava em andamento; e tínhamos tido alguns visitantes naquela manhã. O orador estava apenas na metade do sermão quando notei uma de nossas visitantes saindo. Fiquei curioso e preocupado, então saí para falar com ela.

Lições para os pequenos

Q uando minha filha descreveu uma dificuldade que estava tendo no refeitório da escola, imediatamente me questionei como eu poderia resolver a questão para ela. Mas, em seguida outro pensamento me ocorreu. Talvez Deus permitira o problema para que ela pudesse vê-lo agindo e o conhecesse melhor. Em vez de correr para ajudá-la, decidi orar com ela. O problema foi esclarecido sem qualquer ajuda de minha parte!

Não mais prisioneiros

Um homem de meia-idade se aproximou de mim após eu conduzir uma oficina em seu local de trabalho e perguntou: “Tenho sido cristão quase toda a minha vida, mas constantemente me decepciono comigo mesmo. Por que sempre pareço continuar fazendo aquilo que gostaria de não ter feito e nunca pareço fazer o que sei que deveria? Deus não está ficando cansado de mim?” Dois homens de pé próximos a mim também pareciam ansiosos para ouvir a resposta.

Bem-vindo ao lar!

Q uando passávamos por um momento particularmente difícil com nosso filho, um amigo me chamou de lado após uma reunião da igreja. “Quero que saiba que eu oro por você e seu filho todos os dias”, disse ele. E acrescentou: “Sinto-me tão culpado.”

Pessoas reais, Deus verdadeiro

V ários anos atrás, recebi uma carta de um leitor de Pão Diário após eu ter escrito sobre uma tragédia familiar. “Quando você contou sua tragédia”, escreveu esta pessoa, “percebi que os autores eram pessoas reais com problemas reais”. Como isso é verdadeiro! Olho toda a lista de homens e mulheres que escrevem estes artigos e vejo câncer, filhos rebeldes, sonhos não realizados e muitos outros tipos de perda. Somos realmente apenas pessoas reais e comuns, escrevendo sobre um Deus verdadeiro, que entende os nossos problemas reais.

Você primeiro!

O sherpa tibetano, Nawang Gombu, e o americano, Jim Whittaker, chegaram ao topo do monte Everest em 1.° de maio de 1963. Ao se aproximarem do pico, cada um considerou a honra de ser o primeiro dos dois a pisar no cume. Whittaker fez sinal a Gombu para ir à frente, mas este recusou-se, e disse sorrindo: “Você primeiro, Grande Jim!”. Finalmente, decidiram pisar no cume ao mesmo tempo.

Ministro da reconciliação

O Dr. Martin Luther King Jr. lutou contra a tentação de retaliar contra uma sociedade rica em racismo ao pregar numa manhã de domingo, em 1957.

Um pedaço do céu

O belo jardim botânico em frente à nossa igreja foi o palco de uma reunião de todas as igrejas da comunidade. Enquanto caminhava pelos jardins, cumprimentando as pessoas que conheço há anos, trocando novidades com as que eu não havia visto recentemente e desfrutando dos belos entornos cuidados por quem conhece e ama plantas, percebi que aquela noite era rica em símbolos de como a igreja deve atuar — um pedaço do céu na terra.

Desejando crescimento

Oaxolotle (pronuncia-se axolotle) é um enigma biológico. Em vez de amadurecer para a forma adulta, essa salamandra mexicana, em perigo de extinção, mantém características de girino durante toda a vida. Os escritores e filósofos usaram o axolotle para simbolizar alguém que teme o crescimento.

O que há no banco?

Em 2009, um enorme avião de passageiros fez um pouso de emergência no rio Hudson, em Nova Iorque. Após o ocorrido, perguntaram ao piloto, capitão Chesley Sullenberger, que pousara o avião com segurança sem causar vítimas, sobre os momentos no ar em que se viu diante de uma decisão de vida ou morte. Ele respondeu: “Façamos de conta que durante 42 anos, eu venho fazendo pequenos depósitos regulares no banco da experiência, formação e treinamento. E, naquele dia, o saldo era suficiente para que eu pudesse fazer uma retirada muito grande.”

Dizer adeus

É difícil dizer adeus a família e aos amigos, a um lugar favorito e familiar, a uma ocupação ou um meio de subsistência.

Portas do Paraíso

O artista italiano Lorenzo Ghiberti (1378–1455) passou anos esculpindo habilmente imagens da vida de Jesus nas portas de bronze do Batistério de Florença, na Itália. Estes relevos de bronze eram tão comoventes, que Michelangelo os chamou Portas do Paraíso.